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 Sonhos Reais. [26º capítulo]

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Rockii
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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   Ter Jul 29, 2008 5:52 pm

Capítulo 13.

1ª parte
Chegámos a uma espécie de jardim muito agradável. Saímos do carro e eu fiquei a olhar para aquele sítio maravilhoso. Não estava lá ninguém.
- Oh Tom, isto é lindo. – digo simplesmente maravilhada
- É não é? Mas não é aqui que vamos ficar. Anda. – disse puxando-me com delicadeza
E eu segui-o. Atravessamos aquele bonito jardim e fomos parar a uma espécie de mini-praia que ainda era melhor que o jardim. Tinha uma vista enorme e linda embora fosse uma praia pequena. Tirei as sapatilhas para sentir a areia nos meus pés. Continuamos a andar até que paramos em frente a uma pequena gruta.
- Fecha os olhos.
- Porquê? O que me vais fazer? – disse curiosa
- Vá lá, não sejas teimosa.
- Ok, ok. – e fechei
Andei pouco mais de 10 passos e ele mandou-me abrir os olhos.
Aquilo era lindo. Imaginem o interior de uma gruta mas completamente mudada. Estava lindo. Velas, almofadas…
- Oh Tommy, está lindo. – disse dando-lhe um beijinho na cara
- Tommy? Que nome engraçado. – diz a rir
Olhei para o relógio. Já eram 14:00h.
- Oh, já são 14:00h. – digo sobressaltada
- E depois? Hoje temos todo o tempo do mundo. Bem, mas isto é para mais tarde. Agora vamos para a praia.
- Tom… eu não tenho biquini.
- Não é preciso. Roupa interior dá perfeitamente. A não ser que queiras ir nua.
Fiquei a olhar para ele com cara de pânico mas quando vi que ele ia dizer algo tirei a t-shirt.
- Não precisas de ficar assim Tommy, eu alinho. – disse mordendo o lábio
Enquanto tirava as calças, ele parecia comer-me com os olhos. Acabei de me despir e estava agora apenas de roupa interior.
- Então? Agora é a tua vez. – disse fazendo um sorriso maroto
E então ele começou. Tirou o boné mais os lenços com cuidado, depois despiu as duas t-shirts, tirou as sapatilhas e depois ficou parado a olhar para mim.
- Faltam as calças Tommy. – disse-lhe com ar desconfiado
- Tira-me tu. – e ao dizer isto fez um beicinho impossível de resistir
- Hum… maldito. – disse e aproximei-me dele
Já não era a 1ª vez que o via de tronco nu mas mesmo assim ele fascinava-me. Cheguei à sua beira e desapertei-lhe o cinto. Logo no segundo seguinte as calças caíram por si e partimo-nos a rir.

Continua…
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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   Qua Jul 30, 2008 12:24 am

Citação :
Cheguei à sua beira e desapertei-lhe o cinto. Logo no segundo seguinte as calças caíram por si e partimo-nos a rir

LOLE. :]
Continua, quero a segunda parte que esta foi tão piquena. ^^

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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   Qua Jul 30, 2008 11:37 pm

Capítulo 13.

2ª parte

O clima era óbvio e o Tom começa a beijar-me o pescoço passando depois para a minha boca. Deitámo-nos em cima de uma enorme toalha vermelha e estávamos bastante confortáveis. Estava por baixo e ele um pouco de lado com uma das suas pernas por cima de mim.
As suas mãos percorrem o meu corpo enquanto ele me beija intensamente até que me desaperta o sutiã um pouco a medo da minha reacção, mas eu não me importei e continuei a beijá-lo agora nos ombros.
As minhas mãos chegam aos seus boxers que eu tiro com pressa enquanto ele me acaricia os seios com pequenos beijinhos. Logo de seguida ele tira-me o resto de tecido que tapava o seu destino, pronto para a aventura.
Tom explora o meu corpo procurando todos os detalhes, estudando todas as curvas com a sua língua que percorre agora o interior das minhas coxas, dos tornozelos até cima, detendo-se entre as minhas pernas e deixando um rasto de saliva no caminho. Enquanto isso as suas mãos amassam os meus seios que clamam por mais.
Fazendo-me explodir de prazer, Tom faz a sua língua subir, lambendo o resto do meu corpo nu até chegar finalmente à minha boca que já ofegava.
Rolámos num ângulo de 180º ficando eu em cima dele. Mordisco as suas orelhas passando para o pescoço e fazendo-lhe um belo chupão sem querer. A minha língua vagueia pelo seu tronco até chegar ao assunto principal. A minha boca envolve agora o seu membro erecto sem qualquer pudor. Passado pouco tempo Tom não aguenta mais e volta a pôr-se em cima de mim. Chega a um preservativo que desenrola rapidamente no seu órgão genital. Eu estava de barriga virada para cima sabendo que o momento estava a chegar e observando-o. Sentia-me feliz e completamente excitada.
Logo a seguir, Tom deita-se em cima de mim e penetra-me. Nesse mesmo momento dou um alto gemido abafado de seguida pela sua boca contra a minha.
Começou com movimentos lentos e cuidadosos que foram acelerando pouco a pouco. Eu tinha as minhas pernas entrelaçadas nas dele e os meus braços presos nas suas costas.
Tom dava leves gemidos que a mim ainda me davam mais força e prazer.
Durante toda a tarde estivemos em várias posições que davam para conhecermos melhor o corpo um do outro. Cada vez que ele me penetrava com mais força caía mais uma gota de suor que se unia pelo facto de estarmos tão juntos. Os nossos corpos estavam unidos num só, encaixavam na perfeição divina e brilhavam devido ao suor.
Ele abria a boca soltando longos gemidos e eu lucrava com isso. Atingi 2 orgasmos seguidos, coisa que nunca pensei ser possível e o Tom teve de mudar 3 vezes de preservativo devido às suas várias ejaculações. Estávamos no auge, no topo do mundo e nada podia estragar aquele momento.
Passaram várias horas, não sei quantas ao todo. Estou agora apoiada no seu peito, dando-lhe beijinhos brincalhões enquanto Tom me observa curioso.
- Amo-te. – disse-me – Deste-me a satisfação completa que procurava sempre que dormia com uma rapariga e que nunca tinha encontrado. És perfeita e estou feliz agora. Estou finalmente completo. Amo-te.
Ao ouvir aquilo corre-me uma lágrima que ele interrompe com o seu polegar.
- Também te amo Tom. Amo-te muito.
Logo a seguir deito a minha cabeça no seu peito. Como me tinha deixado levar? Eu era apenas uma jovem confusa de 16 anos que se tinha apaixonado pela pessoa errada. E agora estava ali, quente e feliz.
- Raquel, acho que devemos voltar para casa. Estou a ser injusto com os outros, eles também gostam muito de ti. Podíamos sair hoje à noite.
- Sim, acho bem. – foi a única coisa que consegui pronunciar
Estava com a cabeça noutro lugar, aquilo parecia mais um sonho do que uma realidade. Levantei-me e fui-me vestir. Estava tão afundada nos meus pensamentos que não ouvi o Tom falar para mim.
- Tom, e isto?
- Isto o quê?
- Tudo o que está aqui… não vai ficar aqui pois não?
- Oh, não. O Hans vem já tirar tudo.
- O Hans? Mas como… ?
- Achas mesmo que vínhamos para aqui sem protecção? Olha se nos apanhavam…
Ri-me. Mesmo típico do Tom. Saímos da gruta pouco tempo depois e atravessamos outra vez o belo jardim para irmos para o seu Cadillac.
Tenho a impressão de alguém nos segue e olho para trás. Não está ninguém.
‘Deve ser o Hans’ – pensei para mim
Ouço o barulho de uma máquina fotográfica e volto a olhar para trás. E foi aí. Eu vi-o. Tinha a certeza de que era ele. Mas, o que queria afinal?

Continua…
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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   Qui Jul 31, 2008 1:11 am

awww.
romance na caverna rulla.
ela conhecia o tipo da foto? ._o

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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   Sex Ago 01, 2008 5:56 pm

Capítulo 14.

- HEY! – grito indo em direcção a uns pequenos arbustos
- Que se passa? – pergunta Tom confuso
E ele desaparece. Impressionante. Estava a ficar maluca.
- Que foi amor? – pergunta outra vez o Tom
- Nada.
E ele não fez mais perguntas. Estava desconfiado mas pela minha cara de fúria decidiu não perguntar mais nada. E assim voltámos para casa.
- Hallo?! – grito
Dirijo-me para a sala e ali estavam todos.
- Raquel? O Tom? – pergunta o Bill
- Estou aqui maninho. – diz passando por mim e apalpando-me descaradamente
- Tommy! – grito
- Olha, temos de vos contar o que o Bill esteve a fazer. – diz a Cristin – Vocês nem imaginam. Nas últimas 3 horas ele esteve todo contente e excitado sem saber porquê. Até chegou a fazer uns gemidos suspeitos.
- Hey! Eu não me consegui conter. Não sei o que foi. – disse corado e depois olhou para o Tom
Tom fica com uma cara esquisita e eu percebo logo a situação. Era óbvio. Ele sabia. O Bill sabia.
- Estou feita da minha vida. – disse rindo-me
- Porque? – perguntam todos ao mesmo tempo
- Porque tudo o que eu e o Tom fizermos ele vai descobrir. – digo apontando para o Bill – Este aqui sente.
E então perceberam todos incluindo o Bill. O Bill sente tudo o que acontece de especial ao irmão gémeo e vice-versa. Tinha sido sempre assim.
- Bem, vamos sair? Já estou farto de estar metido em casa. – disse o Tom
- Mas ainda agora chegas-te! – diz Gustav
- Sim, mas hoje o dia não se desperdiça.
E assim decidimos ir jantar todos fora e depois talvez passar pela disco.
Eu e a Cristin dirigimo-nos para o quarto e quando lá entramos ela começou-se rir que nem maluca.
- O que foi?
- Tu és impressionante… então tu e o Tom andaram no marmelanço. Até reparei que ele tem um chupão!
Fiquei vermelha até aos cabelos e não respondi. Fui tomar um duche e logo a seguir foi a Cristin. E agora estava num dilema típico das adolescentes.
- Merda, o que vou vestir? – pergunto à Cristin
E andámos ali imenso tempo a escolher a roupa ideal. Queria estar toda bonita para o Tom. Ele merecia. Acabei por vestir um vestido preto curto com um “corte” nas costas, deixando-as assim à vista. Pouco me maquilhei, apenas usei o básico ao contrário de Cristin que pôs carradas de eye-liner estando assim severamente parecida com o Bill.
- Então? Vão demorar muito? – diz o Georg abrindo a porta e olhando a Cristin de cima a baixo – Uh. Que sexy. Isso é tudo para mim?
- Vai pentear macacos! – disse a Cristin provocando-o
Antes que começasse a guerra eu intervim.
- Agora não. Vamos já descer Georg. – e empurrei-o para fora do quarto
- Cristin, agora tenho uma pergunta para te fazer. Tu e o Gustav andam enrolados?
Perguntei isto de uma maneira tão brusca que ela até se assustou.
- Não, porque pensas isso?
- Obvio.
- Não, nada disso. Ele está a ensinar-me a tocar bateria!! E diz que até tenho jeito.
Ri-me. Estava à espera de uma resposta com outro conteúdo mas fiquei satisfeita com aquela.
Descemos e eles já estavam todos preparados para sair.
Entrámos numa carrinha preta já que não cabíamos todos no Cadillac do Tom e seguimos viagem.
Durante o jantar eu e o Tom tivemos de nos manter afastados por causa das pessoas que estavam no restaurante mas mesmo assim, por debaixo da mesa as suas pernas enroscavam-se nas minhas.
Acabamos de jantar e fomos a pé para uma discoteca ali perto. Íamos muito bem a andar quando eu olho para trás e vejo-o ali à descarada. Era ele outra vez.
Começo a correr feita louca e ele também, tentando escapar-se. Enquanto isto os outros observavam a cena meios confusos.
Estava quase a apanhá-lo quando um tacão do meu sapato se parte e eu caio redonda no chão.
- Raquel! – grita o Tom correndo em direcção a mim seguindo-se dos outros – Estás bem? Quem era ele?
- Não sei, mas vou descobrir. – digo enquanto me levanto a muito custo – Opa, acho que torci o pé. Scheisse! Bem, vão à disco que eu vou para casa.
- Não, nem penses! Nós queremos passar esta noite contigo e com a Cristin. Vamos todos para casa! – disse o Bill
E fomos. De certa maneira senti-me mal por eles não se terem ido divertir mas prontos.
Falámos e falámos toda a noite até não podermos mais. Fizemos uma mini-festa em que o Bill me obrigou a dançar com ele porque mais ninguém queria e lá tive eu de ir dançar ao pé coxinho. Só mesmo ele.

Continua…
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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   Sex Ago 01, 2008 9:57 pm

A fic baba-me. x3
Continua. *-*

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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   Dom Ago 03, 2008 4:55 pm

Capítulo 15.

*barulho de despertador de telemóvel bastante alto e irritante*
- Fuck. – sussurro enquanto às apalpadelas tento encontrar o meu telemóvel caído no chão
Finalmente consigo-o desligar e olho em meu redor. Estava precisamente na cama do Tom e já sabia que ele tinha acordado com o barulho.
- Já está na hora? – pergunta ainda meio ensonado
- Eu ainda vou tomar um duche e arranjar-me. Podes continuar a dormir. – digo-lhe
- E não queres tomar o duche acompanhada? Olha que sozinha é uma seca…
Ri-me e levantei-me. Vesti a minha roupa interior (já estão a ver o que aconteceu naquela noite) e peguei no resto da minha roupa.
- Tom, a sério, dorme. Eu tenho de falar com a Cristin.
- Ok, ok. Mas depois acorda-me. – e voltou a adormecer que nem um anjinho
Saí do quarto fazendo o mínimo de barulho e voltei para o meu quarto. Cristin já estava acordada e vestida.
- Mulher, tens assim tanta pressa para ir embora? – perguntei em tom de gozo
- Eu amanhã faço 18 anos. – disse tristemente
- Hum…
Sinceramente não sabia o que dizer. Ela ia ser expulsa do lar e ia ter de dormir na rua. Sentei-me ao seu lado e abracei-a. E foi aí que tive uma ideia.
- Cristin… tu também sabes falar inglês certo?
- Sim, porquê?
- Anda comigo para Portugal. Não precisas de voltar para a Malta. Vem comigo para minha casa.
- Estás doida? Tu tens família!
- Podemos tentar. Dinheiro não falta à minha mãe e a casa é muito grande. Além disso és bonita e quase maior de idade. Depois arranjas um trabalho. Sei lá.
Ela fitou-me com cara de pensativa. Era uma hipótese. Mas não queria incomodar.
- Bem, vou tomar um duche. Depois diz-me a tua resposta. – e dirigi-me assim para a casa de banho
Estávamos agora na parte exterior da casa a meter as malas na carrinha. Tinha chegado o momento final.
Abracei-os a todos com a lágrima no canto do olho. Cheguei ao pé do Tom e disparei. Não me consegui conter. Chorei deixando a sua t-shirt verde XXL húmida das minhas lágrimas.
Ele levanta-me a cara e dá-me um leve beijo. Afastei-me e entrei na carrinha. Não queria mais despedidas, não ia aguentar mais. Logo de seguida entrou a Cristin e a porta fechou.
Tinha acabado. Tudo. Tinha acabado tudo.
- Prontas? – perguntou Saki
- Pode arrancar.
Mal disse isto começámos a andar. Agora já não dava para voltar atrás. Chegámos ao aeroporto e olhei para a Cristin. Ela tinha de decidir agora.
- Cristin..
- Eu vou contigo. – interrompeu-me
Sorri e fomos comprar os bilhetes. Passado 30 minutos deram a 1ª chamada para o nosso voo. Cristin levantou-se mas eu permaneci intacta.
- Raquel, ele não vem. Não pode. Já viste quanta gente está aqui?
- Eu só queria ver a sua cara mais uma vez… isso é pedir de mais?
Levantei-me antes da resposta e fomos. Entrámos no avião e dirigi-me para o mesmo lugar de quando tinha chegado e a Cristin sentou-se ao meu lado.
Olho pela janela esperando algo, não sei exactamente o quê. Passados poucos minutos ouço o aviso que o avião ia descolar. Ponho o cinto e olho à minha volta. O meu olhar prende-se num lugar mais atrás, era ele outra vez.
‘Quando estivermos lá em cima e não precisar do cinto, ele vai apanhar’ – pensei
O avião começou a andar e olhei mais uma vez para o aeroporto feito principalmente em janelas e foi quando o vi.
- Cristin, o Tom está ali! – gritava enquanto desesperada dava murros na pequenina janela na esperança que ele me visse
Tom estava colado a uma das gigantes janelas do aeroporto, olhando para o avião que ia andando cada vez mais rápido. Tentava percorrer com o seu olhar todas as janelas na esperança de me ver. Mas isso não aconteceu. Eu lutava contra a janela na esperança de se partir mas obviamente isso não sucedeu. O avião virou e perdi a minha vista, mas agora estava extremamente feliz. Ele tinha-me vindo ver uma última vez.
Agora estávamos a sobrevoar a terra em direcção a Portugal. Finalmente quando já se podia tirar os cintos, disse a Cristin que precisava de me levantar. Ela cedeu e eu dirigi-me aquele rapaz sinistro. O rapaz sinistro do 1º voo. Aquele que andava a espiar-me e a tirar-me fotografias.
- Ouve lá, quem és tu e porque me andas a tirar fotografias? – disse-lhe com um tom frio
- Desculpa, eu conheço-te?
- À duas semanas atrás disseste que sim. Agora conta-me tudo. Já!
Estava agora praticamente em cima dele, a apertar-lhe a camisola em tom ameaçador. As pessoas em nosso redor olhavam mas eu não queria nem saber.
- Eu trabalho para o teu pai. – retorquiu
- O quê? Estás a gozar certo?
- Ouve, eu tenho praticamente a tua idade e precisava de dinheiro. O teu pai ofereceu-me o trabalho de te espiar estas duas semanas que ias estar fora. – sussurrou
- Dá-me as fotos. – ordenei
- Queres que eu seja morto? O teu pai tem muitos contactos e se eu não lhe der as fotos ele dá-me uma coça. Além disso não tem nada de mais, o guarda-costas do teu amigo dos Tokio Hotel não me deixou ir para a praia.
Ri-me. Afinal o Hans tinha dado jeito. Afastei-me do rapaz e voltei a sentar-me no meu lugar. Como tinha sido o meu pai capaz de fazer aquilo? Estava obcecado!
Chegámos finalmente a Lisboa. Estava ansiosa por contar tudo à Mariana e à mãe mas sobretudo ao Pedro, para gozar com ele. Não ia contar sobre o Tom, mas ia falar daquelas duas semanas durante 1 ano.
Saímos do avião e fomos buscar as malas. Logo de seguida avistei a mãe ao longe. Fui a correr feita louca e abracei-a. Tinha tido tantas saudades que não dava para explicar.
- Esta é a Cristin, a amiga de quem vos falei. – disse em inglês (para a Cristin perceber)
- Olá Cristin. – disseram em coro
Fomos de carro para casa e mostrei à Cristin o seu quarto novo. Ela estava verdadeiramente maravilhada.
Enquanto desfazíamos as malas íamos contando à Mary tudo o que se tinha passado.
- E então não se atiraram a nenhum deles?
Olhei seriamente para a Cristin. Não devia contar o que se tinha passado com o Tom.

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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   Seg Ago 04, 2008 7:35 pm

=3
Que querido o capitulo.

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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   Seg Ago 04, 2008 7:38 pm

Capítulo 16.

Não contei. O que se tinha passado entre mim e o Tom era um segredo. Ninguém devia saber.
Passaram 3 meses, e estamos no dia 27 de Maio.
- Mary, acorda! Como é que consegues estar a dormir?
Cristin abanava violentamente Mary que se encontrava dentro da tenda verde a dormir. Estava um sol radioso e um calor insuportável. Eu estava sentada fora da tenda no chão a falar com umas raparigas com quem tinha feito amizade quando sai Mary, ainda meia ensonada e a resmungar.
- Já viram que horas são? Não me podiam ter deixado dormir mais um bocado? – dizia ela vezes sem fim
- Que tédio. – sussurrei para mim
- EU OUVI ISSO! – gritou
Eram 10h da manhã e ali estavam mais de 5.000 pessoas. Era incrível. Já não era o 1º concerto a que eu ia mas nunca tinha visto nada assim.
- Quem me dera que o Tom olhasse para mim. – disse Cláudia, uma das raparigas que tinha conhecido – Eu amo-o mais que tudo. Já alguma vez tiveram com eles?
- Já. – respondeu rapidamente Cristin não me dando assim hipótese de dizer um disparate qualquer – Já estivemos com eles. Nos nossos sonhos.
Rimo-nos. Eu estava extremamente nervosa. Tinha ido dormir para a frente do P.A duas semanas antes, pois queria que o Tom olhasse para mim. Queria que ele me sorrisse, que ele me falasse. Tinha conseguido ficar no início da fila, e por isso estava mais descansada.
As horas foram passando e estava agora a acabar de almoçar um McRoyal Deluxe (wii, amo) quando um funcionário do P.A vem em minha direcção.
- Desculpe, é a menina Raquel?
- Hum… sim… porquê?
- Tenho de a levar comigo.
Olhei confusa e assustada para Cristin mas ela sorriu. Estava completamente calma.
- Vai. Confia em mim, eu sei porque planeei. – disse-me
- Mas e tu não vens? – perguntei nervosa
- Não. Tenho que guardar lugar na fila. Vai lá e não tenhas medo.
Levantei-me e segui o funcionário. Ele abriu uma das portas para eu entrar e aí foi histeria total. As fãs que me observavam a entrar não percebiam o porquê de eu estar a entrar e elas não. Por fim, fecharam a porta e continuei a seguir o funcionário. Passei por um corredor familiar por onde se entrava para a sala Atlântico até que o funcionário parou.
- Entra por esta porta e vai sempre em frente.
Fiz o que ele me mandou. Entrei na sala Atlântico e olhei em volta. Estava tudo vazio menos o lugar do palco que obviamente já estava montado. Dirigi-me para o palco mas um homem mandou-me parar.
- Hey! You cannot be here.
- I’m Raquel.
E não precisei de dizer mais nada. A sua cara esboçou um sorriso e mandou-me segui-lo. Entrei por detrás do palco para uma sala enorme e ia a andar muito bem quando paro. Não queria acreditar. Começo a tremer e a minha barriga a dar voltas. Os mesmos sintomas. Nada tinha desaparecido e ele estava igual. Igual.
- Are you okay? – perguntou-me o segurança vendo-me ali parada com os olhos bem arregalados
Não consegui responder. Tentava tirar os olhos daquele sonho mas não conseguia. Até que alguém me interrompe.
- RAQUEL! OMG! RAQUEL!
Olho para o lado e a correr vinha o Georg. Só podia ser ele. Mesmo. Abraçou-me com tanta força que achei que me ia desfazer em pedaços. Quando finalmente se descolou de mim sorri-lhe e voltei a olhar para o Tom. Com os gritos do Georg, Tom já tinha dado conta de que eu estava ali e olhava para mim sem se conseguir mexer.
Não sei o que aconteceu, os meus pés desprenderam-se finalmente daquele chão e fui a correr até ele. Não conseguia mais de saudades. Atirei-me a ele sem pensar e beijei-o. Obviamente que ficou tudo a olhar para nós mas eu não queria saber. Eu amava-o de verdade. E sabia disso agora. Tinha a certeza.
- Ich Liebe Dich – sussurrei-lhe ao ouvido
Ele sorriu. Olhou para mim de forma carinhosa e encaminhou-me para uma sala que apenas continha um sofá. Fechou a porta de modo a não fazer barulho e abraçou-me. Ele estava a chorar.
- Tom, que se passa?
- Nestes 4 meses não me consegui aproximar de nenhuma rapariga. Estou mudado Raquel. Por ti. E nós não podemos ficar juntos porque somos demasiado diferentes. O meu mundo fica a quilómetros do teu. No meu mundo tenho a banda, as fãs, as viagens, a reputação a manter. No teu mundo tens a tua família, as aulas e os amigos.
Fitei-o. Pela sua face escorriam lágrimas transparentes e brilhantes que mostravam o quão verdade ele dizia. E eu sabia que ele tinha razão. A sua cara perfeita estava agora bastante humedecida, os seus olhos não conseguiam ver devido ao mar que o seu interior criava e os seus lábios faziam beicinho. Agarrei-lhe as mãos e encostei-me ao seu corpo perfeito sentindo-o quente. Não sei quanto tempo ficámos assim, mas dava tudo para que ficássemos para sempre assim.
Bateram à porta e abriram-na. Era o Bill. Olhou-nos e voltou a fechá-la. Nenhum de nós se afastou. Continuávamos juntos naquela sala fria. As minhas pernas começaram a tremer e comecei a sentir-me fraca. Tom olha finalmente para mim agarrando-me os braços.
- Tom… - caí no chão inconsciente como uma gota de chuva cai no oceano

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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   Seg Ago 04, 2008 8:03 pm

Citação :
Tom… - caí no chão inconsciente como uma gota de chuva cai no oceano
;_;
Whut happend?
Quero mais, quero mais. *-*

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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   Qui Ago 07, 2008 4:34 pm

Capítulo 17.

Acordo num quarto branco em cima de uma cama estreita. Olho para o lado e vejo a Cristin.
- Olá?!
- Raquel, acordaste! Uff. Ainda bem, iam-te levar para o hospital se não acordasses agora.
- Onde estou?
- Enfermaria do P.A. Sentes-te bem?
- Há quanto tempo estou aqui?
- Não sei, uma meia hora.
Ao ouvir isto levanto-me com pressa mas tenho uma recaída e quase que desmaio outra vez.
- Não, deixa-te estar deitada. – diz Cristin pondo-me outra vez na cama – O que se passa contigo?
- Não sei… o Tom?
- Meet & Greet. Ele ficou muito aflito e vieram-me logo chamar. Ele estava com uma cara de assustado que só visto. Parecia um zombie.
E ri-me. Aquela Cristin era demais. Era como uma irmã para mim. Tinha arranjado um bom emprego e vivia lá em casa. Era muito amiga de todos embora só falasse inglês e toda a gente a adorava. Ela era a definição de rapariga perfeita para mim.
Passaram uns 10 minutos até que Tom entra apressado no quarto seguido pelos outros 3.
- Raquel, o que aconteceu? – perguntaram todos ao mesmo tempo
- Não sei. Deve ter sido do calor que estava lá fora.
- Tu estavas cá dentro. – diz Georg a rir-se
- Então foi do abraço que me deste, quase me partiste de tanta força.
- Bem, agora temos de ir fazer o soundcheck. Vamos, vamos. – disse Bill apressado
- Vão indo. Eu tenho de falar com a Raquel. – diz Tom
- Ok, mas despacha-te. Enquanto isso a Cristin pode experimentar o palco, certo?
Cristin ficou toda empolgada. Ia subir ao palco dos Tokio Hotel. Saíram todos e fecharam a porta. Ali fiquei eu e o Tom. Sentei-me na cama e sorri-lhe. Não sabia o que dizer. Ele olhava para mim e eu olhava para ele. Estava um silêncio aterrorizador.
- Vem comigo. – disse-me
- O quê?
- Vem comigo para a Alemanha, vem comigo em tour. A Cristin também vem connosco. Por favor.
- Tom, eu não posso. E isso nunca iria resultar. Tu sabes que não.
- Porquê? Porquê? Porque é que tem de ser assim? Porque me apaixonei eu? Porque é que tu existes? – gritou
Olhei-o nos olhos. Agora tinha-me magoado sem se aperceber. Tinha dito algo que nunca pensei alguém me dizer. Vieram-me as lágrimas aos olhos mas aguentei-as com toda a força que tinha. Levantei-me e dirigi-me à porta.
- Porque é que eu existo? Não sei. Mas se sou um problema na tua vida o melhor é desaparecer. Assim passo a não existir no teu mapa mundo perfeito.
Saí. Não sei se fiz bem ou mal em dizê-lo mas não estava preocupada. Dirigi-me ao palco e peguei a Cristin pelo braço arrastando-a comigo para um canto.
- Vou-me embora. Não vou ficar no concerto.
- Porquê? – perguntou-me ela sendo interrompida pelo Tom que vinha a correr
Chegou à nossa beira e pôs-se de joelhos como se estivesse a rezar.
- Tom, levanta-te! – disse-lhe
Toda a equipa observava a cena. Toda mesmo. Estava muito nervosa e envergonhada por ele estar assim.
- Desculpa-me. Aquilo saiu-me. Desculpa-me por favor. Foi sem intenção. EU AMO-TE. Por favor desculpa-me.
- Levanta-te por favor para podermos falar.
- Só me levanto se me desculpares. Por favor. Sabes que foi sem intenção. Eu tenho andado muito nervoso, isto nunca me tinha acontecido.
- Desculpa-me então a mim por existir e por te deixar aí de joelhos para o resto da vida.
E corri. Corri o mais que pude em direcção à saída. Abriram a porta e saí mas nesse momento parei. Enquanto chorava sentada em frente à porta, fãs aos gritos observavam-me ali não fazendo nada, simplesmente a gritar pensando que estava a chorar de felicidade. Levantei-me e fui ter com as raparigas e com a Mary. Voltei a sentar-me e continuei a chorar e a chorar. Pouco tempo depois aparece a Cristin com cara seriamente preocupada.
- O que se passa? Ela não nos diz nada. – disse Mary
- Raquel Maria, olha para mim já. – gritou Cristin de tal maneira que todas as fãs que estavam à volta se calaram para ouvir – Tu vais ao concerto nem que te tenha de puxar pelas orelhas. Tokio Hotel é uma coisa, Tom é outra. Isto é o teu sonho e nada o vai estragar, ouviste bem? Estás chateada com o Tom, problema vosso mas vais ao concerto.
Olharam-me todas com grande curiosidade. Tom? O que queria dizer Cristin com o eu estar chateada com o Tom?
Passaram oras até que abriram as portas. Ficámos obviamente na primeira fila no lado do Tom. Do lado do Tom. Eu não queria mas elas tinham-me obrigado. Elas sabiam. As raparigas que eu tinha conhecido e a Mary sabiam. Tinha-lhes contado tudo.
Apagaram-se as luzes e o concerto começou. O pano branco havia caído e o Tom estava mesmo à minha frente. Não gritava como as outras raparigas, não era inédito vê-los ali. Tom tocava Break Away de cabeça baixa, quase que não dava para ver a sua cara mas tinha poder. Acabou a música. Tom olhou em geral para o todo pavilhão esgotado e sorriu. Mas eu sabia que era um sorriso metade verdadeiro metade falso. A vida dele não girava à minha volta e ele dava valor às fãs. Logo de seguida tocaram Final Day sem alguma pausa. Quando acabaram de a tocar tinha esquecido tudo. Aquela música tinha-me feito abrir os olhos. Final Day.
- TOM! – gritei com todas as minhas forças – TOM!
Eram tantos os gritos que ele parecia não ouvir mas olhou-me. Olhou-me e ficou surpreendido. Aquela nossa zanga tinha sido inútil, totalmente estúpida. Sorri-lhe e voltei a gritar-lhe o mais alto que a minha voz conseguia:
- ICH LIEBE DICH MEINE LIEBEN!

Continua...
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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   Sex Ago 08, 2008 3:21 pm

*-*
O Tom é um qerido.
Mas, e eles vao ficar come? o.o

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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   Sex Ago 08, 2008 8:35 pm

Capítulo 18.

Todo o concerto a partir desse momento foi maravilhoso. Saltei e gritei como todas as outras fãs. Sentia amor dentro de mim cada vez que olhava o Tom nos olhos. Estava noutro mundo, no mundo dos Tokio Hotel. Um mundo tão maravilhoso que me atrevo a chamá-lo de paraíso. A maneira como as fãs se ajudam umas às outras, a maneira como os amam e lhes dão todo o seu apoio. Nunca em toda a minha vida tinha visto tanto amor e carinho juntos numa sala assim. Choraram, berraram e cantaram. Um dos momentos altos da noite foi numa pausa da música “Live Every Second”, onde o Tom estava completamente doido. Fartei-me de rir enquanto todas as fãs excitadas, gritavam vendo o Tom fazer gestos impróprios. Admito que gostei de vê-lo assim.
Finalmente acabou, o pavilhão foi-se esvaziando mas eu continuava lá com a Cristin, Mary e as outras duas raparigas a quem tinha contado tudo por me parecerem honestas. Elas compreenderam bem e a que gostava do Tom disse-me que estava feliz por ele estar feliz. Eram realmente simpáticas elas, e tinha-lhes prometido que iriam conhecer os Tokio Hotel naquela noite. Por fim, deixaram-nos entrar e caí nos braços do Tom. Ele estava suado e brilhante.
- Desculpa-me. Fui estúpida contigo. – disse-lhe com a maior calma
- Desculpa-me a mim. Estava um pouco fora de mim.
Abracei-o com mais força. Nunca tinha amado uma pessoa como o amava a ele.
- Raquel! – gritou Bill – Então vocês não estavam… ?
- Não Bill. Foi só teatro. – riu-se Cristin
- E quem são estas belas meninas? – perguntou Tom levantando o sobrolho
- Carla e Cláudia. – disse apontando
Logo que ele me largou para as cumprimentar assim como Bill, Georg e Gustav elas ficaram super à vontade. Tiraram fotos e receberam autógrafos. No fim despediram-se e ficaram só eles, eu, a Cristin e a Mary.
- Então, Mary certo? – perguntou Georg – És gira rapariga.
Ela corou. Mary também sabia alemão. Olhava Georg de cima a baixo com os olhos esbugalhados como se estivesse esfomeada olhando para um petisco saboroso.
- Bem, nós temos de ir embora. Foi bom conhecer-vos. – disse Mary
- O quê? – perguntou Tom surpreendido – Já? Mas eu quero passar a noite com a Raquel!
- Tom, eu tenho aulas amanhã. Desculpa. Lembras-te da nossa conversa no inicio da tarde? Os nossos mundos são diferentes e nós não estamos destinados. Desculpa mas tenho de ir.
Mais uma vez vieram-me as lágrimas aos olhos. Tom sabia como me por a chorar, principalmente nas despedidas quando azia aqueles olhinhos.
Afastei-me. Acenei-lhes com um sorriso e afastei-me de modo a que me perdessem de vista com a Cristin e com a Mary.
Andámos até casa, cansadas do concerto e felizes. Olhei para o céu. Estava cheio de estrelas e era Lua Cheia. A minha fase preferida. Fitei-a e pensei no Tom.
‘Era impossível ficarmos juntos.’ – pensei

*narrador participante Tom*

Estou deitado de barriga para cima no Bus pensando nela. Olho a lua, tão bonita e luminosa, tão inocente. Penso naqueles momentos que passámos. Aqueles momentos românticos, quando ela me fez rir até me doer a barriga, quando ela me acariciava o pescoço daquela maneira única que ela tinha. Lembro aquela tarde na praia, o momento mais especial que passei com ela. Lembro-me de como estávamos juntos, unidos num só, como dei importância ao sexo nesse momento, como senti o amor que me saía nos poros, como percebi tudo o que o Bill procurava. O seu sorriso era a coisa mais bonita do mundo, com ela sentia-me outro, sentia-me reconhecido. Agora invade-me um sentimento difícil de descrever, estou triste pois sei que nunca iria resultar. Não quero abrir os meus olhos para a crua realidade da vida. Há uns meses atrás tinha tudo o que desejava. Fama, dinheiro, raparigas, amigos e o meu irmão. Agora sinto-me incompleto, vazio. Tenho o meu coração furado por onde o meu sangue chora por ela. Será que alguma vez conseguirei amar alguém como a ela?
Bill apoiava-me sempre que me sentia confuso, sempre que tinha um momento difícil. Ele é o único que me faz sobreviver aqui.
- Tom, estás bem? – pergunta Bill sentando-se ao meu lado
- Tu sabes como me sinto Bill. Por favor, abraça-me. – disse enquanto me sentava para o poder sentir
Abraçou-me com delicadeza enquanto me sussurrava palavras de reconforto. Parecia entender-me como sempre. O Bill era mágico, uma pessoa extraordinária. Ele merecia encontrar um amor verdadeiro, não eu. Porquê eu? Porque não o Bill?
- Bill, eu amo-te. Tu é que merecias encontrar uma rapariga por quem te apaixonasses, não eu. Eu não mereço nem fiz nada para merecer.
- Tom, tu gostas de prazer. Não existe problema nisso. Podem-te julgar mas és a pessoa mais amorosa que eu conheço. Sem ti eu não vivia.
Sorri. Aquele meu irmão era um santo. Voltei a abraçá-lo até que um rasto de molhado luta para sair dos meus olhos.

*fim narrador participante Tom*

Continua…
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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   Seg Ago 11, 2008 3:10 pm

momento twincest. *________*
ahahaha.

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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   Seg Ago 11, 2008 5:51 pm

Capítulo 19.

- RAQUEL GOMES, LEVANTA-ME ESSE RABO DAÍ! – gritava Cristin entrando pelo meu quarto a correr feita maluca
- O que se passa? – digo levantando-me à pressa da minha cama onde dormia um sono profundo
- O que se passa? O que se passa é que são 8.00h da manhã e tu tens audição às 8:45h!
- OMFG, a audição! – grito enquanto ao trambolhões me dirijo para o armário
Em 15 minutos fiquei pronta e nem pequeno-almoço tomei. A Cristin que já tinha tirado a carro e levou-me de carro até ao estúdio.
Entrei naquela casa apresentável e fiquei à espera numa sala muito bem decorada em tons de beije e verde claro. Observava cada pormenor daquela pequena salinha tentando distrair-me do nervosismo que residia dentro de mim.
Finalmente chamam-me e entro para o verdadeiro estúdio. Olho em minha volta cada vez mais maravilhada a cada passo que dava. Será que ele tinha gostado?
- Menina Raquel, então como está? – perguntou o Sr. Luís
- Muito Bem, obrigada. Desculpe, mas pode-me dizer já o que achou do CD? É que assim ficava mais aliviada.
- Bem, você é muito directa. Gosto disso. Digo-lhe que eu e os restantes ouvimo-lo e ficámos impressionados com a qualidade da música, com a sua voz e com o profissionalismo das letras.
- Então quer dizer que vamos ser admitidas?
- Sim. Mas não vai trabalhar nesta empresa, felizmente. – disse com um sorriso
- Felizmente? Não estou a perceber… - digo já a tremer
- Esta empresa é nacional e sei que tens artistas como André Sardet, mas isto não é lugar para meninas como vocês. Vocês têm talento para dar e vender e aqui em Portugal ninguém irá dar valor à vossa música. Eu estive a falar com os meus colegas e decidimos mandar o CD para a Universal na América, pois você disse-me que nenhuma das raparigas tinha problemas em interromper os estudos. E eles gostaram muito e acham que irão fazer um enorme sucesso. Pensamos na Universal de Portugal mas apercebemo-nos que assim nunca iriam ganhar a fama que merecem.
Os meus olhos rasgaram-se com aquela notícia. Universal? América? Sucesso? Isto era um grande passo para uma jovem prestes a fazer 17 anos como eu.
- E isso quer dizer exactamente o quê? – perguntei-lhe
- Vocês têm de ir trabalhar para a América, e podem escolher entre Nova Iorque ou Los Angeles. Aceitam?
- Bem, tenho de falar com as raparigas mas digo-lhe já que da minha parte aceito claro! Isto é o meu sonho desde pequena e está prestes a rebentar. Muito obrigado pelo seu tempo.
- Não se esqueça, têm de me avisar até amanhã ao meio-dia.
- Não esquecerei. – disse sorridente
Saí da sala completamente feliz. Fui ter com a Cristin que estava em pulgas para saber o que ele tinha dito. Entrei no carro calmamente e com cara triste. Ela olhou-me tentando adivinhar se estava a fingir.
- Fogo, dispara aí! – disse-me com cara fascinada
- Bem, vamos ter de ir trabalhar para a América porque eles acham que nós somos demasiado boas para eles e tal… sabes como é. Conheces a Universal?
- OMFG. A Universal? Estás a brincar comigo? E a Universal de Portugal?
- Preferem-nos na América, acham que aqui nunca teremos a fama que merecemos. – disse brincando com o cabelo
- Oh Meu Deus. Universal é simplesmente igual a: Blink 182, Bon Jovi, HIM, Marilyn Manson, Tokio Hotel…
- Pois… Tokio Hotel… não interessa. Temos de falar com as outras raparigas, ok?
- Vamos já. – disse ela arrancando a fundo
Chegámos a casa em 30 segundos e fui a correr contar à Mary. A cara dela fazia diferentes expressões aparvalhadas.
- Portugal não sabe ver os talentos onde eles estão. Hihi. Ganhamos! – berrava o mais alto que conseguia
- Falta avisar a Petra. Achas que aceita? Quer dizer… nós nunca estivemos com ela…
- Aceita claro! Liga-lhes. Eu aviso-a via net.
Aquele dia tinha sido o melhor da minha vida. Aquela notícia abalou o meu mundo. Acharam-nos tão boas que íamos para a América. Já não estava feliz assim havia muito tempo. Já não estava assim havia o dia 27 de Maio.
‘Esquece isso, é passado. Trabalharem na mesma agencia não significa nada.’ – pensava constantemente

~No fim do mês de Maio tinha decidido criar uma banda, desejo há muito apetecido. Fi-lo no início pelo Tom, para poder viver no seu mundo, para poder ficar junto dele mas logo isso foi apagado da minha memória. Tom andava com 3 raparigas diferentes cada noite, era apanhado bêbado em discotecas rodeado de groupies que depois levava para o quarto. Parecia não se importar que lhe tirassem fotos para comprovar o momento e assim deixou que os fotógrafos gravassem as suas bebedeiras com loiras boas. Desde que essas noticias vinham constantemente na Bravo deixei de pensar nele, achei que era altura de seguir em frente como ele, mas claro, não exageradamente.
A minha banda tinha o nome de Drawing Black e era composta por mim como vocalista e guitarrista, Mary de baixista, Cristin de baterista e Petra de guitarrista. Petra era uma rapariga da Alemanha que tinha adicionado por engano. Desde aí ela mostrou-me os seus dotes e embora longe, pertencia aqui.
Agora estávamos quase em Setembro e prestes a gravar um álbum de estreia. A nossa música é de um estilo difícil de descrever, tem momentos leves e momentos dark. Só mesmo ouvindo se pode apreciar.~
Era já de noite, e estávamos em casa a festejar. Embora estivesse com muito boa disposição o nome de Tom subia-me à cabeça sempre que ouvia a palavra Universal. Tinha extremo medo de ainda o amar, mas tentei não pensar nisso. Seria um desastre.

Continua…
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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   Ter Ago 12, 2008 5:31 pm

America. o/
Tom mau! Ò_Ó

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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   Ter Ago 12, 2008 10:37 pm

Capítulo 20.

Adormeci a pensar no que seria da minha vida daqui para a frente. Como seria, e mais importante, se algum dia me iria voltar a envolver com o Tom. Eu desejava-o, amava-o mas depois de tudo o que ele tinha feito não era capaz.
*toque do telemóvel*
- Sim? – pergunto ainda meia ensonada e confusa da noite de festa
- Menina Raquel, ainda não me disse a resposta. – afirmou claramente uma voz que conhecia bem
- Oh, desculpe. Era para avisar ontem mas acabei por esquecer. Claro que aceitamos!
- Bem, eu também já tinha lhes tinha dito que as meninas tinham aceitado. Falei com a menina Petra e ela dirige-se agora para Portugal por isso têm de a ir buscar ao aeroporto. Partem amanhã para Nova Iorque, às 6:00h da manhã. O voo está pago e a menina Petra leva os bilhetes consigo. Boa sorte.
- B-Bem… - gaguejei, mas ele desligou
Estava sentada na cama a olhar o telemóvel com cara de parva. Tinha de me despachar a ir buscar Petra mas estava com enorme preguiça.
No momento em que pouso os pés no chão e me levanto, sinto uma coisa a mexer e dou um grito, caindo assim de barriga.
- Então? Já não se pode dormir? – resmungou Cristin
- O que é que estás a fazer no meu quarto? – questionei-a
- O mesmo que tu… a dormir!
- Pois bem, vai chamar a Mary que a Petra está a vir para Portugal e temos voo amanhã.
- Têm de chamar quem? – inquiriu alguém no outro lado da cama
- OMG, vocês não têm quartos? – resmunguei – Agora eu sou a mãe dos pobres?
Levantei-me dorida do chão e dirigi-me para o chuveiro. Enquanto isso ouvia imenso barulho no meu quarto. Mas o que estariam elas a fazer?
Passadas 2:00h já estávamos no famoso aeroporto. Entrar ali trazia-me recordações do Tom.
‘Impressionante Raquel. Estás de parabéns por gostares de um rapaz que não gosta de ti e que já dormiu com meio mundo.’ – pensava
Ouvimos a chamada de que o avião de Berlim tinha chegado. Atentas olhámos para a porta em que ela estava prestes a sair. Nós não a conhecíamos mas já tínhamos falado com ela por web. Tinha a impressão de a conhecer mas não sabia de onde. Esperamos não mais de 5 minutos, até uma rapariga branca e excessivamente loira nos aparece à frente. La olha-me cuidadosamente tentando procurar algo.
- Não me reconheces? – perguntou-me
Olhei mais atentamente para ela mas continuei na minha ingenuidade. A sua cara era-me familiar mas não me conseguia lembrar de onde.
- Tu és aquela rapariga que ganhou o concurso Tokio Hotel, certo?
- Sim… como sabes?
- Sou aquela rapariga a quem me disseste uma frase que nunca mais esquecerei: “Não percas a esperança. Um dia irás ter tanta sorte como nós.”, lembras-te?
- Ah sim! Eras tu? Não é possível… não te vestias assim nem tinhas esse penteado!
- As pessoas mudam e aquele teu conselho deu-me força para ser quem realmente quero. Por isso comecei a pôr covers minhas na Internet. Decidi adiantar-me um pouco à sorte que me esperava.
Ri-me. Era incrível como aquela coincidência tinha ocorrido. Sorri-lhe feliz e fomos para casa.
(passa-se a noite e neste momento são 5:46 da manhã)

- MARY!!! ENTRA NO CARRO DEPRESSA! VAMOS PERDER O AVIÃO E LÁ SE VAI A BANDA! – gritava-lhe de dentro do BMW preto
- Calma, calma! – apressava-se ela dirigindo-se a correr para o carro
Arrancamos prego a fundo e aos trambolhões lá seguimos para o avião. Eu tinha um sorriso estupidamente verdadeiro na cara que demonstrava o quão feliz eu estava pelo meu sonho se estar a realizar. Entrámos na última chamada e sentámo-nos em 1ª classe.
Já conhecia bem aqueles aviões, e eu estava no mesmo lugar que das outras duas vezes. Petra ia ao meu lado e à frente ia Cristin e Mary.
O voo parecia não ter fim, estivemos imensas horas ali de traseiro chapado naqueles bancos maravilhosamente confortáveis. Mas na 1ª classe havia sempre um mal: a comida era uma porcaria. Para que é que eu queria beber champanhe e comer lagosta? OMFG.
Finalmente, passadas 8 horas lá chegamos à cidade que nunca dorme. Mal saí do avião, respirei profundamente, mas tão profundamente que comecei a tossir repetidamente.
- Então mulher? Olha que este não é o ar mais limpo do mundo, sim? – gozava-me Petra com os seus lábios vermelhos formarem um sorriso de gosto
Fomos buscar as nossas malas e os nossos instrumentos. Ao todo tínhamos 12 malas. A muito custo tirámos todas e levámo-las para a audiência principal. Ali estavam 3 senhores à nossa espera de aspecto pouco simpático. Ajudaram-nos com as malas e levaram-nos directamente para o estúdio.
Entramos lá e aquilo era um sonho. Era enorme, muito bem iluminado e tinha o ultimo drito das tecnologias. Dirigimo-nos para um escritório onde nos esperava o Sr. WineChester.
- Hello, Hello. What have we here? – tagarelou com voz suprema
- Boa-tarde. Nós somos Drawing Black. – apresentei – Eu sou a vocalista e guitarrista Raquel.
- Eu sou a baterista, Cristin. – afirmou
- Guitarrista, Petra.
- Baixista, Mariana ou Mary.
- Muito bem. A menina vocalista não tem um nick? – perguntou-me
- Bem, por vezes mais recentemente elas chamam-me de Rockii…
- Então Rockii será! – disse levantando-se da sua cadeira e batendo com os punhos fechados na mesa de madeira – O nome da banda é optimo, o estilo musical nunca ouvido e as letras magnificas. Vamo-vos oferecer um apartamento T4 como fazemos a todos os novos artistas com ascensão a sucesso como vocês. Ah, e realço o facto de adorar serem todas de países diferentes da Europa. Portugal, Malta e Alemanha. Perfeito. Vocês vão fazer sensação. Amanhã têm o dia livre para conhecerem Nova Iorque e depois iremos começar a trabalhar. Quando mais cedo lançarem, mais tempo vão ter para planear a tour Americana que vos espera para o próximo ano e para ganharem os awards.
Olhamos para ele estupefactas. Era incrível como ele tinha confiança em 4 meras adolescentes como nós que nunca tinha conhecido na vida.
- Só quero fazer uma pergunta à Rockii. És tu que escreves as letras?
- Sim claro. São todas originais.
- E só tem estas ou tem mais?
- Tenho actualmente 53 letras com essas incluídas. – afirmei

*narrador participante Mr. WineChester*

Os meus olhos brilharam mal ela afirmou que as letras eram suas originais e que tinha muitas mais escritas. Estava em frente a 4 verdadeiros talentos, mas aquela Raquel, ou melhor Rockii, expirava talento do seu interior. O facto de serem tão novas e com um tipo de música tão esquecido e inovador agradou-me. Via nelas grande futuro, e mais um grande êxito para a empresa que já tinha adicionado muitos outros. Mais uma banda oriunda da Europa a fazer furor ia agradar a muitos críticos e adolescentes. Agradava-me a mim. Ainda por cima tinham verdadeira aparência e estilos próprios e esquisitos. Havia muito tempo que não me alegrava tanto de ver uma nova banda formar-se. Tinha a certeza de que elas iriam ficar na história.

*fim narrador participante Mr. WineChester*

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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   Sex Ago 15, 2008 4:46 pm

53 letras? O.O
a moça não brinca!
Rockii rullezz. \m/

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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   Sex Ago 15, 2008 7:33 pm

Capítulo 21.

Saímos do estúdio e os 3 homens que nos foram levar ao aeroporto levaram-nos ao nosso novo apartamento. Era incrível. Em Times Square, tinha obviamente 4 quartos com janelas gigantescas, tudo muito moderno e já mobilado.
Apressei-me a escolher o que seria o melhor quarto mas acabavam por ser todos iguais. Pousamos com a ajuda dos 3 homens as nossas coisas e aí foi quando eles falaram para nós pela 1ª vez.
- Gostam do apartamento? Nós ajudamos a escolher. – disse um entre dentes
- Gostar? Eu amo isto! – gritou Petra atirando-se com toda a brutalidade para cima do sofá
- Sim, é realmente espectacular. Nunca pensei que isto me fosse acontecer. – disse Cristin ligando a enorme TV que se encontrava suspensa na parede – Mas eu não percebo uma coisa. A Universal deve ter pago rios de dinheiro por isto tudo para uma banda que ainda nem gravou a primeira música. Porquê?
- Eu explico. O Sr. WineChester ficou maravilhado com vocês. Ele andava à procura de uma banda inovadora, com um estilo que ninguém tinha. Quando lhe mandaram o CD, ele ficou todo babado a ouvir aquilo. Não me perguntem qual é a panca dele porque não sei, mas sinceramente também não vos deve interessar.
- Sim. Não interessa. – disse sarcasticamente Mary que andava aos pinchos de um lado para o outro
Nesse dia não saímos de casa. Francamente, não nos apetecia sair daquele luxuoso apartamento nunca mais, mas isso era apenas uma ilusão.
Acordámos cedo, pois havíamos combinado fazer compras no dia seguinte. Nova Iorque tinha tudo, tudo o que procurávamos e as melhores lojas.
A mãe tinha-nos prometido mandar dinheiro de duas em duas semanas enquanto não tivesse a certeza de termos o sucesso garantido, ou seja, dinheiro que chegasse e sobrasse.
Estamos agora a passear por Times Square. Parecemos umas louquinhas aqui aos saltos e a observar tudo e todos, tirando fotos e entrando em todas as lojas que nos aparecem à frente.
- Será que um dia não iremos poder fazer isto que estamos a fazer por sermos famosas? – questionava aos gritos Cristin em alemão enquanto estava no provador e nós nos ao lado
- Não sei. Porque estás a falar em alemão? – perguntei-lhe também em alemão
- Porque ninguém pode saber que vamos ser super famosas daqui a uns meses. – disse a rir-se
Realmente todas sabíamos falar alemão. Até a Mary sabia. Saí do provador deitando as roupas para a mesa que havia lá perto e voltei para a loja procurando algo mais incomum e que satisfizesse as minhas delicias. Procurei, procurei e não encontrei nada. Sentei-me vencida no chão esperando que as outras saíssem para passarmos para outra loja. Mesmo no segundo seguinte olhei de relanço para um casaco caído em cima de outras peças no chão. Era uma mistura de prateado com preto. Aquela visão fez-me despertar interesse e dirigi-me para lá mas por grande azar, centésimos antes uma rapariga alta e esguia de cabelo preto caindo pelos ombros pegou nele. Estava de costas para mim, não lhe conseguindo assim ver a cara mas com toda a vergonha de lado toquei-lhe no ombro para lhe indicar que eu o tinha visto primeiro. Ela vira-se rapidamente fazendo com que o seu fino cabelo voasse sobre si e nesse preciso momento dou um vago guincho abafado pela música excessivamente alta da loja.
‘Mas… como é que isto é possível? Que raio de sorte que tens!’ – pensei
- Raquel? O que fazes aqui? – perguntou-me com uma voz atónita e suave
- Desculpa, mas eu vi esse casaco primeiro e acho que te vai ficar demasiado justo. – ri-me
- Desde quando é que eu uso coisas que não me são justas?
Não me conti a abracei-o. Era mais forte do que eu. Aquele corpo demasiado delicado estava agora fixado a mim devido à força com que o apertava.
- Bill! Bill, onde te metes-te? – gritou a voz de Tom vinda da porta quebrável da loja
Mirei Bill por uns segundos e imediatamente voltei a correr para os provadores. Escondi-me debaixo da mesa onde minutos antes tinha pousado as roupas que tinha experimentado e fitei-os. Tom tinha ido de encontro a Bill que lhe tinha acenado afirmativamente. Do sítio de onde estava dava para perceber a conversa pois eles falavam tão alto que era impossível não ouvir.
- Porque raio vieste a uma loja de raparigas? Estás a mudar de sexo, é?
- Tom não sejas ridículo. Achas que as roupas que eu quero se encontram em qualquer loja de homem? O que achas deste casaco? – perguntou-lhe estendendo-o pelo seu tronco
- É o teu estilo. Compra e vamos embora. – despachou ele
Bill procurou-me com o seu olhar e depois desistindo da ideia voltou a pousar o casaco.
‘Que querido’ – matutei
Logo a seguir a ele pousar o casaco vejo que uma rapariga se aproximava dele, preparando-se para o agarrar. Levanto-me e atiro-me feita obcecada para cima dele ganhando mas batendo com os joelhos no chão duro e frio.
- MERDA! – gritei em bom português queixando-me da dor produzida pela queda
Tom e Bill que iam a sair da loja voltam-se para trás ouvindo aquele grito e vendo o sucedido Bill corre em meu auxílio.
- Merda, merda, merda, merda! – exclamava enquanto me levantava apoiada na cintura de Bill
- Mas o que quer isso dizer? – perguntou ele na sua inteira inocência
- SCHEISSE BILL! SCHEISSE!
Olhei o Tom. Ele estava boquiaberto olhando a cena. Não se mexia, muito menos se aproximava. Ninguém se parecia importar com o sucedido o que era uma vitória para mim mas Cristin, Petra e Mary aperceberam-se do acontecimento e vieram ajudar-me.

*narrador participante Tom*

- MERDA! – gritou uma voz que conhecia bem
Olhei para trás na esperança de estar enganado mas não. Bill escapou logo do meu lado indo a correr para ela enquanto eu não me conseguia mexer. Não sabia como iria encará-la pois obviamente ela via noticias naquelas revistas teens foleiras. Enquanto Bill a acudia eu estava confuso não sabendo o que fazer. Pensei em sair da loja antes que ela me visse, pensei em correr para os seus braços. Bem, se calhar nem pensei. Estava tão surpreso que não me ocorria nada à mente.

*fim narrador participante Tom*

Continua…
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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   Dom Ago 17, 2008 2:20 pm

Citação :
Estava de costas para mim, não lhe conseguindo assim ver a cara mas com toda a vergonha de lado toquei-lhe no ombro para lhe indicar que eu o tinha visto primeiro. Ela vira-se rapidamente fazendo com que o seu fino cabelo voasse sobre si e nesse preciso momento dou um vago guincho abafado pela música excessivamente alta da loja.
‘Mas… como é que isto é possível? Que raio de sorte que tens!’ – pensei
- Raquel? O que fazes aqui? – perguntou-me com uma voz atónita e suave
- Desculpa, mas eu vi esse casaco primeiro e acho que te vai ficar demasiado justo. – ri-me
- Desde quando é que eu uso coisas que não me são justas?

Sweet.
Também gostava de encontrar assim o Bill numa loja. *-*

Citação :

Bill procurou-me com o seu olhar e depois desistindo da ideia voltou a pousar o casaco.

‘Que querido’ – matutei
Zupa Cute! O:
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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   Dom Ago 17, 2008 9:18 pm

Capítulo 22.

Levantei-me lentamente. Felizmente as pessoas da loja estavam demasiado ocupadas com si próprias para notar no sucedido.
- Os da vigilância muito se devem ter rido. – comentei
- Mas o que se passou? – perguntou Cristin a correr seguida das outras – Oh, Bill. Olá!
Mal o viu, Petra correu para os seus braços parecendo agarrá-lo com a maior força que tinha pois Bill fazia umas caras esquisitas parecendo sufocar.
- Calma aí miúda. – disse Tom aproximando-se e observando a cena
Fiquei paralisada e completamente pálida. Não estava à espera que se aproximasse de nós. De mim. Parou mesmo à minha frente, abraçando-me. Não tive tempo de reagir, estava tão morta que não me conseguia mexer nem falar. Aquele abraço quente era tudo o que eu tinha procurado desde o dia 27 de Maio, o dia do concerto. Tom abraçava-me meigamente, com a sua face encostada à minha sem pronunciar nenhuma palavra. Estava tão perplexa que nem uma lágrima me saía, nem um sorriso, nem corresponder ao abraço carinhoso de Tom eu conseguia. Estava simplesmente sem reacção. Mas isso finalizou rapidamente quando Tom se atreveu a falar.
- Que saudades. – murmurou gaguejando com medo
- Saudades? – perguntei-lhe sarcasticamente ligando-me finalmente ao mundo outra vez – Saudades do quê?
- De ti. – disse desarmando-me completamente
Empurrei-o para longe de mim e com o casaco na mão fui pagá-lo sem olhar para trás.


*narrador participante Petra*

Olhei o Bill de cima abaixo. Não queria acreditar que o meu ídolo estava mesmo ali. Apressei-me a abraçá-lo e a aproveitar o momento o mais que podia. Estar encostada ao seu corpinho magro fez subir arrepios pelo meu corpo. Estava tudo bem para mim até que ouço aquela voz. Aquela voz do rapaz mais desejado da Alemanha.
- Calma aí miúda. – disse dando passos largos em direcção a nós
Pensei que me fosse afastar do Bill, mas ele foi direitinho para a Raquel, abraçando-a com cuidado. Larguei o Bill espantada com a cena. Tom nem tinha prestado atenção a ninguém. Aproximei-me para o lado deles e vi Tom de olhos fechados e um leve sorriso na cara.
‘Ele ama-a.’ – pensei
Normalmente dizem que tenho o poder de julgar as pessoas ao longe, e esse foi o meu primeiro pensamento sobre ele. Não acho que estou errada. Não acho mesmo.

*fim narrador participante Petra*

- 30 dólares por favor. – disse a menina da caixa
Apressei-me a pagar e saí rapidamente da loja gritando enquanto passava por eles que ia para casa.
- Casa? – ouvi Tom perguntar a Mary
Segui tentando não desviar o olhar em frente e cheguei a casa num instante. Sentei-me estafada no sofá mandando a saca que continha o casaco tão especial algures para o chão.
Passados poucos minutos ouço a porta de casa abrir.
- Não vou dar explicações a ninguém. O Tom para mim morreu. Fim. – berrei
- Desculpa? – perguntou um rapaz desconhecido que entrava normalmente na sala de estar como se aquela fosse a sua casa
- Quem és tu? – perguntei levantando-me o mais rápido que consegui e afastando-me até à janela
- Calma. Sou o vosso manager. O Sr. WineChester já está velho. – disse a rir-se – és a Rockii certo?
- Raquel. – disse aproximando-me dele a medo – E porque tens tu as chaves de casa? Já viste se estivesse nua?
- Era uma boa imagem. Anyway, só vos vim entregar a chave que faltava. Sei que vocês só tinham 3 chaves e são 4. – disse pousando a pequena chave em cima da mesa de vidro
- Era uma boa imagem? Mas tu tens a certeza que és o nosso manager?
- Absoluta. Desculpa, mas costumo estar à vontade com as minhas bandas. Agora que a última foi-se à vida venho para um grande sucesso!
- Então não deves ser grande manager. – ironizei
Na verdade ele era bem jeitoso, alto e moreno com olhos verdes floresta. Tinha um estilo extremamente normal e descontraído, uma postura firme e parecia-me bastante musculado. O seu rosto era bem definido, traços bastante masculinos e lábios carnudos, mas não em demasia. O seu sorriso enfeitiçava, era bonito, bastante bonito. Gadelha de cabelo castanho claro, liso e bastante suave.
- Já te viravas não? – perguntei-lhe na brincadeira
Percebendo perfeitamente o objectivo, vira-se lentamente ficando de traseiro para mim. E que belo traseiro! Usava as suas jeans largas a meio das nádegas mas não dava para ver a cor dos seus boxers devido ao comprimento da t-shirt. Virando-se outra vez para mim andou confiante na minha direcção. Olhava-o com certo desprezo na brincadeira, apoiando-me apenas na perna direita com os braços cruzados e um sorriso suspeito.
Agarrando-me pela cintura, puxa-me para si fazendo depois as suas mãos descer para o meu traseiro que apalpa firmemente. Não querendo parecer desmancha prazeres puxei-lhe a t-shirt para mim fazendo-o encostar-se mais ficando de tal modo junto a mim que sentia o seu perfume. Um aroma suave e bom, mesmo como eu gostava.
- Para manager és muito atrevido, sabias? – disse-lhe com o meu nariz tocando no dele
- Tu também não ficas atrás. – riu-se

Continua…
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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   Seg Ago 18, 2008 2:59 pm

Imagino-o parecido com o Jost. [*-*]
POC.*
Uhm, ela só está a fazer-se a ele porcausa do Tom.
Right?

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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   Qua Ago 20, 2008 1:29 am

Capítulo 23.

Gozei-o empurrando-o para o sofá e sentando-me em cima dele com uma perna para cada lado. Mais uma vez a minha cara ficou a milímetros da dele. Já estava com uma respiração acelerada e arquejante olhando-me com um olhar sensual. Não sei do que estava à espera que lhe fizesse mas envolver-me com ele ali não ia de certeza. Rocei os meus lábios no seu pescoço sussurrando-lhe depois para o ouvido:
- Não sou assim tão fácil meu amigo.
Nesse mesmo momento alguém penetra a fechadura da porta principal. Saio imediatamente de cima dele, mas desequilibro-me e caio de costas no chão. Ele apressa-se a ajudar-me a levantar mas com mau resultado, caindo em cima de mim.
‘Que tédio de homem. Nem uma rapariga consegue levantar. Ah, mas é bom.’ – pensei
- Raquel?! – gritou Cristin que entrou na sala no exacto momento em que nos levantávamos os 2
- Oh, olá. Ham… este é… hum… como é que te chamas mesmo?
- Bernard Moore, o vosso manager.
- Ah pois, manager. Então diga-me Sr. Moore, o que estava a fazer o nosso manager no chão com um elemento da banda que ele supostamente gere? – perguntou Cristin erguendo a sobrancelha
- Eu caí, ele a tentar ajudar caiu em cima… hum…, tu entraste e ponto final, história concluída, livro fechado e enterrado. – interrompi
- Ela é sexy. – disse apontando com o polegar para mim e dirigindo-se para a saída. – Amanhã às 7:00h no estúdio.
Já depois de ele sair, sem pronunciar uma palavra dirigi-me para a cozinha. Aquele homem tinha-me aberto o apetite. Abri o frigorífico e quando o fechei até apanhei um susto de morte. Cristin estava encostada a ele, observando-me com olhos bem arregalados e boca aberta. Mesmo a gozar comigo.
- Fecha essa boca que ainda te entra uma mosca! – disse-lhe brincado com a fatia de bolo que tinha tirado do frigorifico
- Vais ficar gorda e depois o BerBer já não te vai achar sexy nem vai cair para cima de ti. – disse arregalando cada vez mais os olhos
- Não sejas parva, foi um acidente. Mas repara que ele é podre de bom. – falei enquanto me encostava no balcão e passava a língua pelo lábio superior
- Podre não é, mas bom é de certeza. Deixa-me provar um bocadinho. – e tirou-me o prato com ainda metade da fatia
- SUA LAMBONA! – corri tentando apanhá-la mas fracassei pois com a sua grande boca ela tinha conseguido comer tudo de uma vez só
- Olha lá, tu já esqueces-te o Tom, certo?
- Já. Aliás, arranjei uma nova diversão. – sorri tentado puxar outro assunto
- LIER! Mas fazes bem em andar com a tua vida para a frente.
- Viste a lata dele? Disse-me que tinha saudades… oh sim claro e eu sou o Pai Natal vestido de azul e com a barba às bolinhas amarelas. – disse sarcasticamente
- Ai és? Sua palerma! Porque não me contaste? *risos*
- So, e a Mary/Petra? – questionei olhando em volta
- “AI BILL, NEM ACREDITO QUE ESTÁS AQUI! EU AMO-TE! AI TOM, ÉS TODO BOM! VAMOS TOMAR UM CAFÉ? VAMOS E JÁ. MARY, TU VENS COMIGO!” – imitou com voz fininha e exageradamente o monólogo de Petra
Ri-me. Só a Cristin para fazer destas coisas. Se não fosse ela não estaria onde estou. Ligamos a TV mas só havia canais americanos, of course.
- Agora sim vamos melhorar imenso o nosso inglês. – comentou sonolenta Cristin que se embalava no meu colo como uma criancinha feliz
Passaram horas até que se fez noite. Já estava preocupada com as Miss Tokias mas acabaram por aparecer todas contentes da vida.
- Vamos vamos! RAQUEL! CRISTIN! – gritava Mary ao entrar em casa
- Ó suas tontas, não vêm que a Cristin está/estava a dormir? – gritei ainda mais alto que elas
- Blá blá. Agora temos de ir jantar. IUPI! Hotel Hilton, here we go! – disse Petra já mais calma
- Paris Hilton? Mas para que é que eu quero conhecer essa c*bra? – acordou Cristin afastando a sua cabeça do meu colo e fazendo-me assim ficar com frio
- Não é Paris, é H-O-T-E-L-! Vamos jantar lá com os Tokio Tokio.
- O quê? Só podem estar a gozar! – disse indignada
- Merda. Desculpa mas foi o Bill a pedir e ficámos assim… não queríamos dizer que não e esquecemo-nos de ti… - falou Petra desiludida consigo mesmo – Só tenho feito merda desde que estou convosco. Não acerto uma!
- Nein! Até fizes-te bem, tenho de seguir com a minha vida em frente. Tu estás muito bem connosco. Não te rebaixes por seres a mais nova. – disse-lhe calmamente acariciando-lhe a nuca – És a rapariga mais simpática que já conheci.
Felizmente arranquei-lhe um sorriso e voltei a pô-la doida. Decidi vestir umas jeans justas e uma camisola não muito estampada para assim poder usar o casaco Brand New e fazê-lo sobressair.
- Veste o vestido preto mulher! – comentava Mary enquanto me via calçar as famosas All Star pretas gastas pelo uso frequente
- Não vou vestir esse vestido. Já o vesti na ultima noite que estive com eles. Ia parecer mal.
Vestiram-se todas muito a rigor, pareciam que iam a um baile ou então a um casamento. Para mim estavam demasiado produzidas mas eu era diferente, por isso não poda fazer nada.
- Por Amor da Santa, pelo menos maquilha-te. – puxou-me para a casa de banho Cristin e começou a pôr-me gloss.
- Como eu odeio isso. Põe-me os lábios todos colados e nem posso cumprimentar ninguém! – queixava-me sem o resultado pretendido
Apanhámos um táxi e nem 5 minutos depois já estávamos à porta daquele hotel excessivamente chique.
- Raquel, para ti é tudo muito chique. Começa a habituar-te pois tu vais ser uma chique um dia. – gozou Mary
Ela sabia como eu odiava aquelas que depois de famosas mudavam interior e exteriormente. Ficavam demasiado pitinhas para meu gosto, mas ok, problema delas. Entrámos e dirigimo-nos para uma gigantesca sala de jantar apinhada de gente.

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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   Qua Ago 20, 2008 9:25 pm

i dunno what to say. hmM
Keep.*

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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   Sab Ago 23, 2008 4:04 am

AI METE MAIS , ESTOU A ADORAR A TUA FIC *__________________*
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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   

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Sonhos Reais. [26º capítulo]
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