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 Sonhos Reais. [26º capítulo]

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Rockii
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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   Qui Ago 28, 2008 9:45 am

Capítulo 24.

Enquanto elas procuravam o mais volumoso cabelo da sala eu admirava atentamente algumas das pessoas que se encontravam a jantar. Examinava as suas jóias, a maneira como o seu cabelo estava tão perfeito, e principalmente a maneira como estavam vestidas. Quando finalmente elas pareceram encontrar a mesa onde eles nos esperavam avançamos. Essas mesmas olhavam-me friamente de cima a baixo apenas por estar vestida como uma adolescente normal enquanto para Cristin, Petra e Mary já olhavam com certa classe, mesmo assim tendo um olhar de indiferença.
‘Olhem à vontade, quem vos dera poder estar como eu.’ – pensava com certo desdém
A cada passo que dava sentia-me estremecer meditando na ultima vez que tinha estado com Tom, nessa mesma tarde. Mas estava na hora de andar para a frente com a minha vida, ia começar uma carreira, talvez conseguisse a fama que todos estavam tão certos que iríamos ter, talvez me apaixonasse outra vez. Sem tempo para continuar o meu raciocínio chegamos a uma mesa redonda com uma toalha branca estendida que mais parecia ser feita de seda. Os pratos sofisticados e os imensos talheres à sua volta fizeram-me confusão e os 3 copos que se encontravam lá vazios eram tão brilhantes que me ofuscaram os olhos.
- Olá! Que bom ver-vos aqui! – cortejou Bill de uma forma esquisita e imprópria dele
Levantaram-se todos para nos cumprimentar. A única desconhecida ali era Petra que se integrou imediatamente no clima Tokio Hotel. Tom estava deveras esquisito não parando de mexer com as mãos e balançando-se para a frente e para trás de uma forma compulsiva. Georg e Gustav estavam tão normais quanto o possível, sempre animados e principalmente Gee com piadas na ponta da língua. Finalmente Bill estava com o seu característico estilo tirando a parte do cabelo espetado que se encontrava devidamente esticado.
Olhámos todos para as ementas e imediatamente Cristin e eu desatámos a rir, tentando fazer o mínimo de barulho. Olharam-nos incrédulos com o que nos estava a acontecer mas eu e ela simplesmente não conseguíamos parar de rir.
- Meninas, vocês beberam antes de virem para aqui? – perguntou Georg em tom de brincadeira
- O-Ostras c-com Cavia-ar? – gaguejei tentando não me rir ainda mais com a situação
- Não. Eu quero antes Caracol Cozido com Arroz Vermelho. WTF? – riu-se Cristin
- Va lá, aqui tem comida normal. – disse Petra dando também uma pequena gargalhada
- Sim, só a refeição de uma pessoa custa 100 euros, não? – ironizou Cristin
Acabámos por pedir algo mais natural e voltámos à conversa até um homem alto e moreno de cara engraçada chegar à nossa mesa cumprimentando-nos.
- Olá. Desculpem interromper mas era só para avisar que o voo foi alterado para a tarde, e por isso têm tempo para fazer as malas só amanhã. – disse Jost
- Ok. De qualquer maneira o Bill tem de fazer as malas hoje pois demora a noite inteira a pôr tudo o que trouxe. – interrompeu Georg dando uma forte gargalhada
- Estás muito engraçadinho hoje. – falou Bill – Ok David. Olha, apresento-te as próximas estrelas do mundo da música. Raquel/Rockii, Cristin, Mary e Petra.
- Olá. – dissemos em sintonia maravilhadas com a 1ª impressão
- Olá. Bem tenho de ir andando. Bom jantar! – balbuciou enquanto já se dirigia para o outro lado
- Bem, e então o vosso manager? Quem é? – perguntou curioso Gustav
- É um velho. Bem, nem devia ser nosso manager ele embora tenha sido muito simpático connosco, mas estás a ver, tem uns 50 anos. – disse Mary
Mais uma vez um ataque de riso apoderou-se de mim e da Cristin começando a bater com os punhos na mesa tentado abrandar pois a barriga começava a doer. Conseguimos por fim diminuir o ritmo de riso e mais calmamente Cristin conseguiu pronunciar uma série de palavras gratificantes para Mary e Petra.
- Não. O nosso manager é um gajo de mais ou menos 25 anos, todo musculado e sexy.
- Ah, e bastante atrevido devo confessar. – completei
- Claro claro, não podemos esquecer que na 1ª vez que o conheci esta tarde a sua voz pronunciou: Ela é sexy. – disse apontando para mim com o polegar exactamente como ele o tinha feito e fazendo a voz mais grave que conseguia
Tom que olhava respeitosamente os pormenores dos talheres tentando não cruzar directamente o seu olhar com o meu levantou a cabeça duvidoso daquilo que tinha acabado de ouvir.
Acabámos de jantar e ele não tinha pronunciado uma única palavra. Estava bem, tinha seguido com a minha vida embora ainda tivesse uma ligeira hesitação quando os nossos olhares se cruzavam indesejavelmente ou quando falavam sobre ele.
Saímos de lá indo para a rua. Insistentemente, Bill conseguiu convencer Saki de que não era preciso protecção para essa noite e assim dirigimo-nos os 8 para uma das maiores e melhores discotecas de NY. Entramos num clima completamente ensurdecedor, mesmo como eu gostava. No piso de cima havia a mesmas música mas em contraste com o people todo de pé haviam pequenos sofás onde as pessoas se podiam divertir a dois ou a três, quem sabe.
No bar haviam pequenos bancos que conseguimos graças à fama dos Tokio Hotel mas logo os desocupamos deixando assim os outros 4 sentar enquanto deslizávamos para a pista inundada de gente. Deixei-me levar pela música dançando em conjunto Petra e Cristin.
- Onde está a Mary? – perguntei aos altos berros
- O quê? – questionaram-me não percebendo a minha pergunta devido à mudança para uma música mais pesada
- M-A-R-Y-! – berrei mais uma vez
Apontaram-me para o lugar do Georg. Sentada no seu colo, Mary sorria-lhe enquanto bebiam um shot.
- Eu sabia. – sussurrei – Desde o concerto.
Continuei a dançar energeticamente a passadas algumas músicas decido ir-me refrescar com algo para beber enquanto as outras descansavam dançando mais lentamente encostadas uma à outra.
- 1 Cola por favor. – gritei ao Barman que depois de mo dar me mandou um assobio impossível de ouvir
Enquanto bebia o mais rapidamente possível vejo uma rapariga aproximar-se do Tom e falando-lhe ao ouvido. Logo de seguida ele afasta-a, dando a perceber que não queria o mesmo que ela. Dando a Coca-Cola para a mão do Bill chego-me até ele.
- Não sei porque a negaste. Aposto que se não estivesse aqui ias directo.
- Porque dizes isso? Não me apeteceu, foi apenas isso. – disse-me
- Ela era loira, boas pernas, grande decote. Eu conheço o teu novo eu.
- Desculpa-me. – disse com ar arrependido

Continua…
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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   Sab Ago 30, 2008 9:23 pm

\ o /
coisa booua. [o cap. --']
Continue *.*

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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   Dom Ago 31, 2008 5:26 pm

Capítulo 25.

- Desculpo-te? Pelo quê? Andas-te com a tua vida para a frente e não te julgo por isso.
- Eu… eu não queria… mas...
Não me apetecia nada ouvir as suas justificações e por isso voei de novo até à pista onde já não me esperavam nem Petra nem Cristin. Logo de seguida alguém me agarra o braço mesmo antes de começar a dançar. Olho-o perplexa mas ele não me larga fazendo sinal para o seguir. Assim fomos para o andar de cima e sentámo-nos num pequeno sofá, mesmo pequeno. Olhei em volta tentando distrair-me mas para além do mesmo clima que em baixo (ou seja, música barulhenta e pista de dança a abarrotar) os meus olhos passavam constantemente por sofás espalhados pela ampla divisão com gente que parecia que se ia “comer” ali.
- Então? O que viemos para aqui fazer? – perguntei-lhe
O sofá para além de ser pequeno, obrigava-nos a estar juntos e assim a tensão aumentava. Estava sentada mesmo ao lado dele, desejando-o mais que tudo, mas sabia que não me podia envolver outra vez, não podia cair nessa tentação. Mirou-me com olhar terno que consegui dificilmente resistir e então falou.
- Eu quero falar sobre nós. – disse firmemente
- Não há nenhum nós Tom. – disse-lhe friamente – Que eu saiba, tu é que andas-te a fazer escândalos depois de nos separar-mos, tu é que comias 3 raparigas por noite, tu é que deixavas que te fotografassem… até parecia de propósito não??
- Eu não queria…
- Tu não eras obrigado a fazer isso. Fazias porque querias. – interrompi secamente
- Tu não percebes. Pensar todos os dias em ti tornava-se insuportável, não apenas para a minha concentração nos concertos mas como também para o Bill, Georg e Gustav. Por isso me envolvi com todas aquelas raparigas, procurava satisfação, distracção. Eu sempre tinha sido assim até tu apareceres na minha vida. No fundo mudaste isso mas de uma maneira que agora se virou ao contrário pela causa de não poder estar mais contigo e saber que era provável nunca mais te voltar a ver. Mas agora que tu vais entrar no mundo da música podemos mudar isso! – agarra-me firmemente nas mãos – Podemos ficar juntos!
Sem saber o que dizer tinha encontrado a explicação para todos os dilemas que tinham irrompido o meu cérebro durante todo aquele tempo com todas aquelas imagens. Com as suas palavras não me consegui conter puxando Tom para mim e beijando-o apaixonadamente. Um beijo longo e bastante bom com muitos sentimentos ligados entre si. Separando os meus lábios dos dele olho-o nos olhos e contendo as lágrimas tento dizer-lhe algo bastante importante.
- Tom, eu amo-te. Eu amo-te, a sério que sim, mas temos de nos afastar. Tu tens 18 anos e eu tenho 16, ou seja, somos ambos adolescentes. Mais cedo ou mais tarde vamos acabar por nos separar devido às aventuras que ainda nos esperam. Além disso vou começar uma carreira e tu tens um novo CD para gravar. Isto é melhor assim. Amanhã tu vais para a Alemanha e… bem… - lágrimas cristalinas tombam-me dos olhos desfalecendo a mínima maquilhagem que tinha possuída – um dia talvez nos iremos encontrar de novo, quando formos mais velhos e… mas talvez aí já estejamos comprometidos. Não sei. Mas tu sabes que o que queres é uma fantasia neste momento… e… Tom...

*narrador participante Tom*

Não a deixando acabar a frase, beijo-a momentaneamente. Sabia que ela tinha razão, se nos juntássemos nesta idade não iríamos ter futuro, eu gostava de aventuras e ela gostava de liberdade. Para já era melhor assim, mas enquanto a minha língua acariciava a dela pensava que o destino havia de nos juntar outra vez como já havia feito 3 vezes.

*fim narrador participante Tom*

Sinto algo no meu bolso direito das calças vibrar repetidamente e parando o beijo tiro o meu telemóvel do bolso mas continuando a mimar Tom no seu belo pescoço. Olho atentamente e vejo que era o alarme apontando que estava na hora de voltar para casa.
‘Merda, para que é que eu pus esta coisa?’ – pensei automaticamente enquanto me levantava seguida por Tom
- Tenho de ir. Amanhã levanto-me cedo e tenho de ter o sono em dia. – disse-lhe
- Oh… really?
- Tom, eu não estou a brincar. – disse quando vi a sua expressão duvidosa
Descemos até ao piso debaixo onde a muito custo consegui reunir as outras para nos despedir-mos.
- De certeza que não querem que vos levemos? – insistia Georg com ar extremamente bêbado não largando Mary que também parecia muito “feliz”
Beijei Tom no que pensei ser a última vez que provaria a sua boca, o seu piercing. A partir daquele momento tínhamo-nos tornado apenas amigos. Os outros olharam curiosos a cena, não sabendo o que se passava.
Finalmente saímos daquela discoteca que continha cada vez mais gente e fizemo-nos ao passeio, rumo ao apartamento.

Continua…
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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   Qua Set 03, 2008 6:29 pm

Citação :
Beijei Tom no que pensei ser a última vez que provaria a sua boca, o seu piercing. A partir daquele momento tínhamo-nos tornado apenas amigos.
How cute. Mas ao mesmo tempo, imensa pena.
Quero que eles fiquem juntos porra. ;_;
And not as friends, :/

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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   Qua Set 03, 2008 6:41 pm

Capítulo 26.

Entramos cansadas da caminhada e fui directa para o meu quarto. Mesmo no segundo seguinte ao que fechei a porta comecei a cambalear. Meia zonza dirigi-me para a janela para respirar um pouco de ar fresco. Não me estava a sentir bem. Tremia imenso e tive me de agarrar à parede para conseguir ficar em pé. Estiquei o meu braço com o intuito de abrir a uma pequena frincha mas desequilibrei-me de tal maneira que só me lembro de fraquejar e cair batendo com a cabeça em algo forte que depois a inconsciência atenuou a dor sentida por milésimos de segundos e levar com o meu braço o candeeiro preto que estava mesmo ao meu lado.

*narrador participante Cristin*

Sentei-me no sofá estafada. Tinha andado a dançar no meio daquele people todo suado e energético. Achei que não tinha forças para me levantar e então permaneci sentada, perdida naquele luxo mas algo me acorda instantaneamente. Um estrondo vindo de um dos quartos abala a minha cabeça e vou imediatamente a correr ver o sucedido. Petra ao sair da cozinha para ver o que se tinha passado esbarra contra mim deitando-me ao chão.
- Então? Foste tu? – perguntei-lhe
- Não. Acho que veio do quarto da Raquel, porque a Mary está ali na cozinha completamente bêbada.
De gatas dirigi-me o mais rapidamente possível para o local abrindo a porta e levantando-me ao mesmo tempo com a ajuda de Petra. Olhei Raquel no chão, com a lâmpada do grande candeeiro queimando-lhe o pulso e deitada como se estivesse morta na alcatifa suave que a divisão possuía. Corri até ela atirando o candeeiro para longe.
- O que se passa? Raquel? Rockii? Responde! – gritava abanando-lhe o ombros com toda a força que tinha, vendo que não me iria responder – Chama o 112! Depressa!
Via Petra estremecer enquanto marcava o número e falava inglês gaguejando do nervosismo.
- Preciso de uma ambulância depressa! DEPRESSA! Estamos… (lá disse a morada). Por Favor. Venham depressa! Mas… acha que posso ter calma? Acha? - e desligou o telefone Lágrimas corriam-lhe a face de uma ponta à outra, precisamente igual a mim, mas nenhuma de nós as limpava, não tínhamos tempo para isso.
- Ela está a respirar? – perguntou ajoelhando-se ao meu lado
- Está. Mas não sei o que se passou. Ela não bebeu álcool nem nada! – respondi
- Hey… que se passa aqui? Falem baixo que me dói a cabeça, sim? – riu-se – Ai Georg… és todo bom! – balbuciou enquanto se deitava de barriga para cima na cama de Raquel – Foi pena termos de vir embora tão cedo, fogo. – mirou o corpo de Raquel deitado no chão – É pá. Deixem-na dormir. Que cortes. Daqui a bocado ela vai acordar com os vossos guinchos e prontos.
- Mas tu estás mesmo bêbada, ham? Cala-te e dorme! – disse-lhe
Era forte e sabia que quando alguém estava como a Mary se encontrava, tinha-se que ser duro e dar ordens firmes. Pousou a sua cabeça sob os braços e adormeceu ali.
Finalmente chegou a ambulância, mas como falaram todos tão rápido não consegui perceber nada do que disseram. Acompanhámos Raquel até ser examinada por médicos e nós termos sido obrigadas a sentarmo-nos na sala de espera. Cruzei a perna zangada com os enfermeiros e olhei para Petra mais uma vez. Parecia estar mais morta que viva, já não chorava vivamente e tinha a sua cabeça entre as mãos. Não tendo coragem para lhe dizer nada continuei ali em silêncio observando as pessoas que entravam tentando-me desviar dos maus pensamentos.
‘Tom.’ – pensei. O seu nome veio-me instantaneamente à cabeça. Deveria ligar-lhe? Afinal eles só iam embora de tarde…
Peguei no telemóvel de Raquel e procurei na sua lista de contactos. “Tommy <3” era o nome escrito. Carreguei na tecla de chamada e esperei.
- Raquel? – perguntou alguém que acabava de ser acordado
- Tom, eu sei que é tarde, mas eu achei que te devia avisar. A Raquel está no hospital. Não sabemos o que se passou, apenas a encontrámos desmaiada no chão do quarto.
- O quê? No hospital? Como assim desmaiou? Espera. Eu vou já para aí.
- Sim, é o hospital mesmo no fundo de Times Square. Estamos na sala de espera.
Com a força com que desliguei o telefone parecia que o ia partir em mil pedacinhos. E era isso que me apetecia. Ninguém nos dava notícias, os médicos ainda não haviam aparecido por isso achei que devia ser grave. Liguei desta vez para o Sr. WineChester, já que não tinha o numero do Bernard.
- Sim? Quem fala? – perguntou uma voz masculina, mas desta vez bem acordada
- Peço desculpa se o acordei, mas creio que amanhã não iremos ao estúdio. Ah, fala a Cristin das Drawing Black.
- Isso não é comigo, peço desculpa eu. Mas o que se passa?
- Longa história. Tem o número do Sr. Moore?
- Sim. (disse o número)
Desliguei automaticamente pois não tinha tempo a perder.
- Estou?
- Amanhã as Drawing Black não vão poder ir ao estúdio. A Rockii está no hospital. Inconsciente.
- Quem fala?
- Cristin.
- No hospital? A minha Rockii? Vou já para aí!
- Não! – disse, mas quando dei por ela, ele já tinha desligado
Passados poucos minutos apareceu Tom e Bill e atrás vinha a correr Bernard que os empurrou ao tentar ultrapassá-los.
- Onde está ela? Onde está? O que aconteceu? - perguntou ofegante Bernard
- Não sei. – disse baixando a cabeça
Não me apetecia falar, muito menos sobre o que tinha acontecido a Raquel e Tom apercebeu-se disso pois sentou-se ao meu lado sem dizer uma única palavra, aconchegado por Bill.

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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   Qua Set 03, 2008 9:52 pm

oh, coitada. :0
Bern & Tom?
huhu, posso apostar que vai dar porcaria?

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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   

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