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Sonhos Reais. [26º capítulo]

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Rockii
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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   Sex Jul 18, 2008 10:46 pm

Capítulo 8.

- Percebes? Nunca senti nada assim e aquele beijo foi o melhor da minha vida.
- De certeza que é isso que sentes? – pergunta Bill
- Sim, tenho a certeza. Não posso dizer que a amo pois não sei, mas que a paixão se apoderou de mim, tenho a certeza.
- Fogo, nem acredito. Eu é que quero encontrar o amor verdadeiro e a ti que te calham estas cenas. Mas o que vais fazer agora? Não disseste que ela fugiu a meio do beijo?
- Sim, de repente desapareceu. Não sei o que fazer.
- Fala com ela. Tenta. Mas agora despacha-te, somos nós a fazer o jantar para as meninas hoje.
E assim foi. Estavam os 4 na cozinha e nós na sala a ver televisão. Estava nervosa pois não sabia qual ia ser a reacção do Tom quando me visse.
- Não estejas assim. – disse a Cristin e nesse preciso momento o Tom aparece
- Vou pôr a mesa. – diz – Cristin podes vir aqui?
Ela vai, ele segreda-lhe qualquer coisa e ela sai. Agora parecia que estava a morrer.
‘Aposto que vem falar comigo.’ – pensei
E acertei em cheio. Sentou-se ao meu lado e fiz de conta que não o vi. Continuava atenta à televisão. Ele pega no comando e desliga-a. Aí olho para ele.
- Precisamos de falar. Porque fugiste de mim?
- Tom, estava a enganar-me a mim própria quando pensei que gostava de ti. Esquece aquilo. Não teve significado. – digo a muito custo
- O que é que não teve significado?
- O beijo. Tu sabes muito bem que para ti também não teve significado e eu não vou fazer sexo contigo. Não sou dessas.
Ele fica branco como a cal e eu volto a ligar a televisão.
- Então é assim? – pergunta
- Assim como? Eu não tenho problemas, já te disse que não sou das que vai para a cama com qualquer um.
- E o beijo?
- O que tem? A propósito nem beijas mal, mas foi só divertimento.
Custou-me tanto dizer aquelas palavras. Estava a ser demasiado dura com ele sem razão mas já não podia voltar para trás. Além disso sou péssima a mentir.
- Estás chateado? – pergunto
- Eu? Não. Porque havia de estar? Acabaram de me tratar abaixo de cão.
- Olha queres que te diga a verdade? Eu gosto de ti. Eu sinto o mesmo que tu, simplesmente não posso envolver-me contigo, só vou estar aqui duas semanas. Depois não volto a ver-te e sofro por dentro. Satisfeito?
Ele fica um bocado atrapalhado e depois pergunta:
- Mas então o beijo significou algo para ti?
- Sim. Significou muito. Mas eu preciso de me afastar de ti. É para o teu bem e o meu. Sempre podemos ser amigos.
Levanta-se sem responder e desaparece.
Sangro por dentro, não me queria afastar dele, mas já tinha tido desilusões de homens que chegassem na minha vida.

Continua…
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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   Sab Jul 19, 2008 6:45 pm

Capítulo 9.

Depois de jantarmos vamos todos dormir (digo eu).
Ainda fico acordada durante um tempo, mas acabo por adormecer. Acordo a meio da noite, eram 3h da manhã e decido e decido ir fazer uma curta visita à cozinha, beber um pouco de água. Acabo de beber e quando me viro apanho um susto de morte.
O Bill estava mesmo atrás de mim.
- És doido? – sussurro
- Tu é que és. Ainda me pregas-te um susto maior com a tua cara. *risos*
- O que estás aqui a fazer? – pergunto
- Hum… não tenho sono. E tu?
- Também não. Olha, agora que estamos aqui sozinhos, gostava de te mostrar umas coisas.
- O quê?
- Espera, senta-te que eu vou buscar.
E sem fazer barulho, entro no meu quarto e tiro o meu caderno. Volto à sala e dou-o ao Bill.
- Escrevo músicas e gostava de saber a tua opinião sobre elas.
- Ok, vou ler.
Estava a ler e de repente pergunta:
- Fogo, mas quantas músicas tens tu aqui?
- Pelas minhas contas, 38.
- Há quanto tempo escreves?
- Desde os 10. Mas muitas deitei ao lixo. Eram muito infantis.
- E tens melodias?
- Não. Escrevo-as como tu, sem pensar nisso.
- Podias pedir ao…
- Não. Não vale a pena.
E continuou a ler. Passados poucos minutos acaba de ler, fecha o caderno e dá-mo.
- Estão muito boas. Pretendes seguir carreira musical? - perguntou
- Adorava, mas não tenho como formar uma banda. Um dia irá acontecer. – digo, mas tenho um impulso, pego na caneta e começo a escrever.
Bill olha-me com curiosidade.
- Então é assim? Quando tens uma ideia escreves logo uma canção?
- Sim. Também escrevo pequenas histórias, etc. Amo escrever.
E contei-lhe a minha história.
- Oh, sinto muito pela tua mãe.
- Já ultrapassei um pouco, mas ainda tenho um longo caminho pela frente.
- Olha, amanhã queres fazer uma letra comigo? Podia-mos tentar…
- Sim. Era um prazer. – digo feliz
- Boa.
Conversámos imenso e depois decidimos irmo-nos deitar.
No dia seguinte acordaram todos muito tarde menos o Gustav e a Cristin, para não variar.
Devido à noite de ontem eu consegui acordar depois do Georg! Milagre.
Acordei e olhei para o telemóvel. Tinha saudades de casa. Levantei-me e fui espreitar em pijama quem tinha acordado. Voltei para o quarto e tomei um chuveiro.
Eram 15:00h quando saí do banho. Levava apenas uma toalha a tapar o essencial do meu corpo. Fui para o quarto para me vestir e surpresa!
- O que estás aqui a fazer? – digo, ao mesmo tempo que tentava forçosamente esticar a toalha para me tapar mais.
- Quero-te.
Encosta-me à parede e agarra-me pela cintura.
- Hey! – grito
- Shhh. Se conseguires resistir-me deixo de te chatear. – diz, e aproxima a sua cara da minha.
Os nossos lábios estavam a milímetros de distância, conseguia sentir a sua respiração ofegante. Agarra-me ainda com mais força. Nem ele próprio sabia se ia conseguir resistir antes de eu me render.
Os seus olhos ardiam de paixão e loucura. Os nossos corpos estavam tão unidos que conseguia sentir o seu coração bater.
Conseguem adivinhar quem era? E será que lhe consigo resistir?

Continua…
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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   Sab Jul 19, 2008 7:55 pm

Oh.. mygod!
Nao era o Tom? O:
Era o Bill? O__o
*curiosa*

Btw: a tua ssinatura rullaa. \m/
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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   Dom Jul 20, 2008 6:06 pm

Capítulo 10.

Passados +/- 30 segundos não consigo mais e beijo-o cheia de ardor.
Foi um beijo diferente do primeiro, neste já não havia o romantismo mas sim paixão.
Às vezes brincava com o seu piercing de forma divertida. As nossas línguas lutam como num ringue, mas nenhuma dá tenção de perder.
Obviamente já perceberam que é o Tom.
Quando finalmente o beijo acaba, ele ainda me agarra com mais força. Estou agora completamente encostada a ele e a minha toalha prestes a cair.
- Não sei que te faça rapariga. – diz em tom de brincadeira – Não te querias envolver comigo mas não é o que parece. Acho que devíamos aproveitar enquanto podemos estar juntos.
- Sem dúvida. - digo
Os meus pensamentos tinham mudado. Tinha de aproveitar aquelas duas semanas o melhor possível. Ele tinha-me mostrado isso.
- Já agora, gostava de me vestir, hoje a MTV deve ter um novo desafio e já é tarde.
- Não queres ajuda? – diz rindo
- Não preciso obrigada.
- Hum… e depois para te despires?
- Sim, sim... querias tu. *risos*
O Tom sai do quarto e entra a Cristin. Enquanto me visto ela não pára de me fazer perguntas.
- O que estiveram aqui a fazer? – pergunta
- Nada, porque?
- Bem, tu estás nua por baixo de uma toalha amachucada e ele estava muito… ofegante.
- Hey, não aconteceu nada disso. *risos* Mas decidi que não valia a pena afastar-me dele. Além disso temos de aproveitar ao máximo a estadia aqui.
- Sim. Olha, hoje não temos nada que fazer.
- Como assim?
- Hoje temos o dia de folga, lembras-te?
- Pois é… - digo
Fomos para a sala e o cenário estava completamente morto. O Tom estava a ver TV, o Bill estava meio a dormir meio acordado, o Georg a jogar e o Gustav a ouvir música e a navegar na net.
Olhámos para eles e rimo-nos. Por amor de Deus. Não iam ficar assim a tarde toda!
- Pessoal, e que tal se nos mostrassem um pouco de Berlim? – sugiro
Ficam todos a olhar como se fosse maluca.
- Sim, vá lá. – diz a Cristin
- Opa, estão maluquinhas? Não podemos sair à rua… - diz o Gustav
Quando vejo que eles não estão com grande entusiasmo tenho uma ideia. Aproximo-me do Tom e sento-me mesmo à beira dele. Depois ponho uma das minhas pernas por cima das suas.
- Vá lá… vocês não vão ficar aqui o dia fechados pois não? – sussurro-lhe
- O que me dás em troca? – diz em tom maroto
- Logo vês. – digo
A verdade é que não tinha nada em mente para lhe dar em troca mas sabia o que ele queria.
- Sempre podemos ir de carro! – diz o Tom
- Isso não vale! – grita o Bill – Chantagem não vale! *risos*
E fomos. Algumas raparigas reconheceram-nos e vieram pedir-lhes autógrafos. Depois olhavam para mim e para a Cristin com ar desconfiado. E nós riamo-nos.
Mais um dia que acabou. Bem, se ainda na primeira semana eles já não tinham nada para fazer imaginava eu para a próxima.
Mais uma vez jantamos super tarde e mais uma vez jantamos fast-food.
A Cristin e o Gustav andavam muito juntos. Até porque decidiram ir dormir ao mesmo tempo (e cedo). Por isso sabe-se lá se foram mesmo dormir.
O Tom encaminhou-me para o seu quarto e fechou a porta.
- Então e a minha recompensa? – pergunta agarrando-me no rabo [O:]
- Tom, eu…
- Hey. Não precisas de ficar assim. – diz vendo-me um bocado nervosa – Cada coisa a seu tempo.
Deitou-me na sua cama e começamos a curtir. Trocámos carícias e olhares mas nada mais. Estava até um bocado admirada, mas deixei passar.

Continua...
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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   Dom Jul 20, 2008 9:18 pm

Citação:
O Tom encaminhou-me para o seu quarto e fechou a porta.
- Então e a minha recompensa? – pergunta agarrando-me no rabo [O:]
- Tom, eu…
- Hey. Não precisas de ficar assim. – diz vendo-me um bocado nervosa – Cada coisa a seu tempo.
Deitou-me na sua cama e começamos a curtir. Trocámos carícias e olhares mas nada mais. Estava até um bocado admirada, mas deixei passar.


Cena cutchieee. *-*
Ele é tao fofo. «3
Continua qerida, adoro a tua fic. *
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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   Sex Jul 25, 2008 10:32 am

Capítulo 11.

Passaram 6 dias. O clima entre mim e o Tom estava cada vez mais intenso e romântico. Ainda não sei o que se passa entre a Cristin e o Gustav mas também ainda não perguntei.
Estamos agora no 14º dia. Só de pensar que faltam um dia para me ir embora até me dá um arrepio.
Somos todos bons amigos. Divertimo-nos imenso mesmo.
Nestes dias ficámos todos muito próximos. Parece que já nos conhecemos à eternidades! (bem, eles uns aos outros sim)
Eram agora 16:23h e estávamos todos na sala. O Tom e o Georg estavam a meter-se um com o outro como costume. Aqueles dois eram incríveis.
O Gustav confesso que me metia impressão. Ele era muito calado e afastado por assim dizer. Mas tivemos os nossos momentos.
O Bill tem um defeito que admito também o ter: não se cala. Não se cala e não deixa os outros falar. Então quando estamos os dois a falar ao mesmo tempo, só visto. Ficávamos loucos. Ele falava mais alto que eu e então eu elevava ainda mais a minha voz. Dava-mos com os outros em loucos! Tinha mesmo piada.
A Cristin era inacreditável. Estava sempre à “pancada” com o Georg. Sempre. Até nas refeições. Mas ela tinha razão. Estavam talhados para serem grandes amigos, não namorados.
E o Tom? Ele simplesmente é tão diferente. Toda a gente o talha dizendo que é o Sex Gott. Mas ele tem dois lados. Consegue ser tão ou mais romântico que o Bill. Eu que o diga.
Bem, continuando, estávamos na sala quando o Bill se lembra que a despensa deles está vazia.
- E agora? – pergunta com ar preocupado
- Eu e a Raquel vamos lá, só têm de fazer a lista. – diz a Cristin
E assim fomos. Aquilo é que foi divertido. A lista deles tinha umas 500 coisas para comprar. O Tobi tinha sido o único dos guarda-costas a estar disponível a levar-nos lá.
- Demorem o tempo necessário. – disse quando íamos a sair da carrinha
- Oh, obrigada. – digo-lhe sorrindo
Entramos e comprámos. Quando íamos a sair vieram imensas raparigas a correr para nós. Ficámos estáticas ali na porta do supermercado. Elas chegaram à nossa beira e pararam. Eram umas 20. Depois uma delas decide falar.
- Podem ir pousar as compras na carrinha. Só queremos fazer-vos umas perguntas. – disse calmamente
- Ok, esperem um pouco! – disse a Cristin ainda meia nervosa
Fomos pousar as coisas na carrinha.
- Está tudo bem? – pergunta o Tobi
- Sim, só vamos aquelas raparigas e já vimos. – disse-lhe
- Se precisarem de ajuda gritem. *risos*
Voltamos para a beira das raparigas.
- Podem falar. – disse-lhes
- Nós gostávamos de saber como é que eles são. – diz uma
- Eles? Como assim? – pergunta a Cristin
- O Bill, o Tom, o Georg e o Gustav. Please. Digam-nos qualquer coisa. Está a ser bom?
Os olhos das raparigas brilhavam à espera de uma resposta. A Cristin olhou para mim e fez uns olhos tipo “diz qualquer coisa”!
- Bem… - estava a gaguejar mas de repente veio-me inspiração – eles são fantásticos. Mesmo. São muito simpáticos e divertidos. Aquilo que vocês já sabem e vem nos vídeos. Muito bons amigos. O Bill é aquela base, sempre sorridente, menos quando o acordam cedo. *risos* O Tom é – fico esquisita ao falar dele – muito divertido. É assim um amor de pessoa. O Georg é o palhacinho. Está sempre na brincadeira e fiquem a saber que o seu sorriso é lindo ao vivo. Mesmo lindo. O Gustav é calminho mas tem os seus momentos. Muito fofinho, muito querido.
Acabei de falar e algumas delas já estavam a chorar.
- Só mais uma pergunta, hoje vocês tocaram neles? Nem que fosse só com a mão. Tocaram-lhes?
- Hum… sim. Eu dei uma pequena chapadinha ao Georg e toquei no Tom (claro que não podia dizer que o tinha beijado) – disse
- Sim, eu cumprimento sempre o Gustav de manhã e mexi no cabelo do Bill. – disse a Cristin
E então foi desastre. Elas invadiram-nos de abraços. E ali estávamos nós. Cheias de raparigas a abraçar-nos e a chorar. Depois agradeceram-nos pedindo para tirar fotos connosco e dizendo que éramos as suas heroínas. Até fiquei parva mas lá fiz a vontade às raparigas. Quando se estavam já a afastar virei-me para uma muito tímida que estava lá de lado e sussurrei-lhe:
- Não percas a esperança. Um dia irás ter tanta sorte como nós.
Ela sorriu e foi embora também. Não sei porque lhe disse aquilo mas estava satisfeita.
Chegámos das compras, pusemos tudo na porta da entrada (dentro) e sentámo-nos no sofá.
- Então? Onde estão as coisas? – disse o Bill surpreendido
- Na entrada à vossa espera. – disse a Cristin
- Nem vale a pena discutir. Vamos lá. – disse o Gustav
Era incrível. Estávamos tão à vontade com eles.
Levantaram-se e foram buscar as compras menos o Tom. Ele levanta-se e senta-se outra vez mas ao meu lado. A Cristin sai repentinamente da sala e ficámos só os dois.
- Não vás. Por favor não me deixes. – disse ele com a voz tremida
- Tom, eu estou aqui.
- Tu percebeste o que quis dizer. Amanhã é o ultimo dia. E eu não quero. Por favor.
Não me consigo conter e abraço-o. Pela minha face escorre lentamente uma lágrima. Não queria pensar na partida.

Continua…
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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   Sex Jul 25, 2008 4:13 pm

Me likes. (L)
Continua. ;_;
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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   Sab Jul 26, 2008 4:51 pm

Capítulo 12.

Já era de noite. Estava com a Cristin no quarto. Chorava no seu colo enquanto ela me consolava. Amanhã ia ser o nosso último dia lá. Como iria eu sobreviver sem eles?
Sem a Cristin para falar, sem o Bill e o Georg para rir, sem o Gustav para brincar e sem o Tom… sem o Tom.
Olhei para o relógio. Era 01:23h. Oficialmente já estávamos no último dia. Ainda chorei mais. Libertei-me de tudo. Tudo mesmo.
Decidi então dormir. A Cristin também tinha que descansar. E nessa noite tive um sonho.
Estava eu num sítio sombrio sozinha. Chamei pela Cristin, pelo Tom, pelo Bill, pelo Georg e pelo Gustav. Ninguém respondeu. Então apareceu o meu pai.
- Eles não vem. Ninguém te ouve aqui. Tu foste embora. Eles não te querem mais.
- Não, eu fui porque tinha de ser. Eu amo o Tom. Estás a mentir.
- Tu sabias muito bem que não devias ter-te envolvido com ele. Agora vais sofrer. A tua amiga Cristin vai ser deitada na rua. Está prestes a fazer 18 anos. E tu estás sozinha. Eu avisei-te. Ah, e o Tom nunca te amou. Nunca.
Acordei toda suada. Eram 05:00h da manhã. Sabia que era tudo mentira. Sabia que tinha sido um sonho de consciência.
Levantei-me e fui ao estúdio. Toquei em tudo mais uma vez, olhei tudo e memorizei. Passei pela cozinha e deitei-me na sala. Estava-me a lembrar de todos os momentos que passei com eles. Realmente eram mais que uma banda. Sorri. Tinha tido uma oportunidade na minha vida e o meu sonho tinha-se concretizado. Mais do que isso. Aqueles momentos iam-me ficar marcados para sempre. Como uma tatuagem. Depois de feita pode ser removida mas fica para sempre dentro da pele. No nosso interior.
Acabei por adormecer deitada em cima do tapete fofo da sala. Sonhei outra vez, mas desta vez que casava com o Tom. Foi um sonho extremamente esquisito mas agradável. E sabia que amava o Tom de verdade. Nunca pensei que ele ficasse tão especial para mim, mas neste momento era muito.
Senti um raio de sol bater-me na cara como uma chapada bem forte. Acordei sobressaltada e ouvi um barulho na cozinha. Olhei para o relógio e eram 9:00h da manhã. Fogo, só tinha dormido 4 horas, mas o facto é que não tinha sono.
Levantei-me e dirigi-me à cozinha.
- Tom? – pergunto meia ensonada
- Oh, bom-dia amor. – diz dando-me depois um leve beijo na testa
Olhei à minha volta. O Tom estava com um avental às flores (WOW, conseguem imaginar??) e a porta para o jardim estava aberta. Dirigi-me para lá e vi uma mesa cheia de flores e comida.
- O que…? – digo confusa
Ele chega-se a mim e dá-me um beijo que faz correr um arrepio por todo o meu corpo e depois sussurra-me no ouvido:
- Amo-te.
Olhei para ele. Disse aquilo de uma forma tão sincera que tive a certeza de estar a falar verdade. Ia falar mas ele não me deixou falando primeiro.
- Ontem pedi a todos para passarmos o dia juntos. Eles não se importaram muito, só pediram para amanhã de manhã poderem estar contigo antes de ires embora. Agora vamos tomar o pequeno-almoço, quero aproveitar este dia ao máximo. – disse com ar um pouco entristecido
Obedeci sem fazer perguntas. Sabia que o dia iria ser perfeito.
No fim do pequeno-almoço fui tomar um duche e vestir-me. Já estava quase pronta quando a Cristin acorda.
- Bom-dia! – digo-lhe super contente
- Bom-dia. Então hoje não te vou ver… - diz ela com ar maroto
- Oh, vais-me ver à noite quando vier dormir. – digo e depois fico a pensar sobre o assunto
- Vires dormir? Não me parece. *risos* – diz e a seguir levanta a sobrancelha
- Tenho de ir. Beijos. – e logo a seguir saio do quarto apressada
Estava com umas calças de ganga clara justas, uma t-shirt branca com um smiley, umas sapatilhas e apenas com lápis preto nos olhos. O meu cabelo estava solto como o Tom gostava mais.
Desci até à sala e o Tom ainda não estava lá. Voltei a subir e fui ao seu quarto mas ele também não estava lá. Ia descer outra vez quando me tapam os olhos enquanto me dão um beijo no pescoço. Sabia que era o Tom pois sentia o seu piercing.
Viro-me e ele pega-me no colo.
- Tom! – grito
- Shh… ainda acordas os outros. Não te preocupes, não te deixo cair.
- Não sei não!
Saímos de casa e fomos em direcção ao carro dele. Continuava a levar-me no colo como se eu não pudesse andar, mas até gostava daquilo. Sentia-me segura nos seus braços.
Sentou-me no carro e depois entrou também.
- Onde vamos? – perguntei
- Depressa irás descobrir. – disse-me em tom de brincadeira

Continua…
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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   Sab Jul 26, 2008 5:49 pm

Ai coisa fofa!
Quero ser levada ao colo por o Tom. ;_;
& quero um beijo no pescoço e sentir o pierc dele. ;_;
Continua. x]
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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   Dom Jul 27, 2008 9:23 pm

Vikii escreveu:
Ai coisa fofa!
Quero ser levada ao colo por o Tom. ;_;
& quero um beijo no pescoço e sentir o pierc dele. ;_;
Continua. x]


soo hot *_*
me likes too ^^
por isso, continua : D
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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   Ter Jul 29, 2008 4:52 pm

Capítulo 13.

1ª parte
Chegámos a uma espécie de jardim muito agradável. Saímos do carro e eu fiquei a olhar para aquele sítio maravilhoso. Não estava lá ninguém.
- Oh Tom, isto é lindo. – digo simplesmente maravilhada
- É não é? Mas não é aqui que vamos ficar. Anda. – disse puxando-me com delicadeza
E eu segui-o. Atravessamos aquele bonito jardim e fomos parar a uma espécie de mini-praia que ainda era melhor que o jardim. Tinha uma vista enorme e linda embora fosse uma praia pequena. Tirei as sapatilhas para sentir a areia nos meus pés. Continuamos a andar até que paramos em frente a uma pequena gruta.
- Fecha os olhos.
- Porquê? O que me vais fazer? – disse curiosa
- Vá lá, não sejas teimosa.
- Ok, ok. – e fechei
Andei pouco mais de 10 passos e ele mandou-me abrir os olhos.
Aquilo era lindo. Imaginem o interior de uma gruta mas completamente mudada. Estava lindo. Velas, almofadas…
- Oh Tommy, está lindo. – disse dando-lhe um beijinho na cara
- Tommy? Que nome engraçado. – diz a rir
Olhei para o relógio. Já eram 14:00h.
- Oh, já são 14:00h. – digo sobressaltada
- E depois? Hoje temos todo o tempo do mundo. Bem, mas isto é para mais tarde. Agora vamos para a praia.
- Tom… eu não tenho biquini.
- Não é preciso. Roupa interior dá perfeitamente. A não ser que queiras ir nua.
Fiquei a olhar para ele com cara de pânico mas quando vi que ele ia dizer algo tirei a t-shirt.
- Não precisas de ficar assim Tommy, eu alinho. – disse mordendo o lábio
Enquanto tirava as calças, ele parecia comer-me com os olhos. Acabei de me despir e estava agora apenas de roupa interior.
- Então? Agora é a tua vez. – disse fazendo um sorriso maroto
E então ele começou. Tirou o boné mais os lenços com cuidado, depois despiu as duas t-shirts, tirou as sapatilhas e depois ficou parado a olhar para mim.
- Faltam as calças Tommy. – disse-lhe com ar desconfiado
- Tira-me tu. – e ao dizer isto fez um beicinho impossível de resistir
- Hum… maldito. – disse e aproximei-me dele
Já não era a 1ª vez que o via de tronco nu mas mesmo assim ele fascinava-me. Cheguei à sua beira e desapertei-lhe o cinto. Logo no segundo seguinte as calças caíram por si e partimo-nos a rir.

Continua…
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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   Ter Jul 29, 2008 11:24 pm

Citação:
Cheguei à sua beira e desapertei-lhe o cinto. Logo no segundo seguinte as calças caíram por si e partimo-nos a rir


LOLE. :]
Continua, quero a segunda parte que esta foi tão piquena. ^^
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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   Qua Jul 30, 2008 10:37 pm

Capítulo 13.

2ª parte

O clima era óbvio e o Tom começa a beijar-me o pescoço passando depois para a minha boca. Deitámo-nos em cima de uma enorme toalha vermelha e estávamos bastante confortáveis. Estava por baixo e ele um pouco de lado com uma das suas pernas por cima de mim.
As suas mãos percorrem o meu corpo enquanto ele me beija intensamente até que me desaperta o sutiã um pouco a medo da minha reacção, mas eu não me importei e continuei a beijá-lo agora nos ombros.
As minhas mãos chegam aos seus boxers que eu tiro com pressa enquanto ele me acaricia os seios com pequenos beijinhos. Logo de seguida ele tira-me o resto de tecido que tapava o seu destino, pronto para a aventura.
Tom explora o meu corpo procurando todos os detalhes, estudando todas as curvas com a sua língua que percorre agora o interior das minhas coxas, dos tornozelos até cima, detendo-se entre as minhas pernas e deixando um rasto de saliva no caminho. Enquanto isso as suas mãos amassam os meus seios que clamam por mais.
Fazendo-me explodir de prazer, Tom faz a sua língua subir, lambendo o resto do meu corpo nu até chegar finalmente à minha boca que já ofegava.
Rolámos num ângulo de 180º ficando eu em cima dele. Mordisco as suas orelhas passando para o pescoço e fazendo-lhe um belo chupão sem querer. A minha língua vagueia pelo seu tronco até chegar ao assunto principal. A minha boca envolve agora o seu membro erecto sem qualquer pudor. Passado pouco tempo Tom não aguenta mais e volta a pôr-se em cima de mim. Chega a um preservativo que desenrola rapidamente no seu órgão genital. Eu estava de barriga virada para cima sabendo que o momento estava a chegar e observando-o. Sentia-me feliz e completamente excitada.
Logo a seguir, Tom deita-se em cima de mim e penetra-me. Nesse mesmo momento dou um alto gemido abafado de seguida pela sua boca contra a minha.
Começou com movimentos lentos e cuidadosos que foram acelerando pouco a pouco. Eu tinha as minhas pernas entrelaçadas nas dele e os meus braços presos nas suas costas.
Tom dava leves gemidos que a mim ainda me davam mais força e prazer.
Durante toda a tarde estivemos em várias posições que davam para conhecermos melhor o corpo um do outro. Cada vez que ele me penetrava com mais força caía mais uma gota de suor que se unia pelo facto de estarmos tão juntos. Os nossos corpos estavam unidos num só, encaixavam na perfeição divina e brilhavam devido ao suor.
Ele abria a boca soltando longos gemidos e eu lucrava com isso. Atingi 2 orgasmos seguidos, coisa que nunca pensei ser possível e o Tom teve de mudar 3 vezes de preservativo devido às suas várias ejaculações. Estávamos no auge, no topo do mundo e nada podia estragar aquele momento.
Passaram várias horas, não sei quantas ao todo. Estou agora apoiada no seu peito, dando-lhe beijinhos brincalhões enquanto Tom me observa curioso.
- Amo-te. – disse-me – Deste-me a satisfação completa que procurava sempre que dormia com uma rapariga e que nunca tinha encontrado. És perfeita e estou feliz agora. Estou finalmente completo. Amo-te.
Ao ouvir aquilo corre-me uma lágrima que ele interrompe com o seu polegar.
- Também te amo Tom. Amo-te muito.
Logo a seguir deito a minha cabeça no seu peito. Como me tinha deixado levar? Eu era apenas uma jovem confusa de 16 anos que se tinha apaixonado pela pessoa errada. E agora estava ali, quente e feliz.
- Raquel, acho que devemos voltar para casa. Estou a ser injusto com os outros, eles também gostam muito de ti. Podíamos sair hoje à noite.
- Sim, acho bem. – foi a única coisa que consegui pronunciar
Estava com a cabeça noutro lugar, aquilo parecia mais um sonho do que uma realidade. Levantei-me e fui-me vestir. Estava tão afundada nos meus pensamentos que não ouvi o Tom falar para mim.
- Tom, e isto?
- Isto o quê?
- Tudo o que está aqui… não vai ficar aqui pois não?
- Oh, não. O Hans vem já tirar tudo.
- O Hans? Mas como… ?
- Achas mesmo que vínhamos para aqui sem protecção? Olha se nos apanhavam…
Ri-me. Mesmo típico do Tom. Saímos da gruta pouco tempo depois e atravessamos outra vez o belo jardim para irmos para o seu Cadillac.
Tenho a impressão de alguém nos segue e olho para trás. Não está ninguém.
‘Deve ser o Hans’ – pensei para mim
Ouço o barulho de uma máquina fotográfica e volto a olhar para trás. E foi aí. Eu vi-o. Tinha a certeza de que era ele. Mas, o que queria afinal?

Continua…
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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   Qui Jul 31, 2008 12:11 am

awww.
romance na caverna rulla.
ela conhecia o tipo da foto? ._o
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MensagemAssunto: Re: Sonhos Reais. [26º capítulo]   Sex Ago 01, 2008 4:56 pm

Capítulo 14.

- HEY! – grito indo em direcção a uns pequenos arbustos
- Que se passa? – pergunta Tom confuso
E ele desaparece. Impressionante. Estava a ficar maluca.
- Que foi amor? – pergunta outra vez o Tom
- Nada.
E ele não fez mais perguntas. Estava desconfiado mas pela minha cara de fúria decidiu não perguntar mais nada. E assim voltámos para casa.
- Hallo?! – grito
Dirijo-me para a sala e ali estavam todos.
- Raquel? O Tom? – pergunta o Bill
- Estou aqui maninho. – diz passando por mim e apalpando-me descaradamente
- Tommy! – grito
- Olha, temos de vos contar o que o Bill esteve a fazer. – diz a Cristin – Vocês nem imaginam. Nas últimas 3 horas ele esteve todo contente e excitado sem saber porquê. Até chegou a fazer uns gemidos suspeitos.
- Hey! Eu não me consegui conter. Não sei o que foi. – disse corado e depois olhou para o Tom
Tom fica com uma cara esquisita e eu percebo logo a situação. Era óbvio. Ele sabia. O Bill sabia.
- Estou feita da minha vida. – disse rindo-me
- Porque? – perguntam todos ao mesmo tempo
- Porque tudo o que eu e o Tom fizermos ele vai descobrir. – digo apontando para o Bill – Este aqui sente.
E então perceberam todos incluindo o Bill. O Bill sente tudo o que acontece de especial ao irmão gémeo e vice-versa. Tinha sido sempre assim.
- Bem, vamos sair? Já estou farto de estar metido em casa. – disse o Tom
- Mas ainda agora chegas-te! – diz Gustav
- Sim, mas hoje o dia não se desperdiça.
E assim decidimos ir jantar todos fora e depois talvez passar pela disco.
Eu e a Cristin dirigimo-nos para o quarto e quando lá entramos ela começou-se rir que nem maluca.
- O que foi?
- Tu és impressionante… então tu e o Tom andaram no marmelanço. Até reparei que ele tem um chupão!
Fiquei vermelha até aos cabelos e não respondi. Fui tomar um duche e logo a seguir foi a Cristin. E agora estava num dilema típico das adolescentes.
- Merda, o que vou vestir? – pergunto à Cristin
E andámos ali imenso tempo a escolher a roupa ideal. Queria estar toda bonita para o Tom. Ele merecia. Acabei por vestir um vestido preto curto com um “corte” nas costas, deixando-as assim à vista. Pouco me maquilhei, apenas usei o básico ao contrário de Cristin que pôs carradas de eye-liner estando assim severamente parecida com o Bill.
- Então? Vão demorar muito? – diz o Georg abrindo a porta e olhando a Cristin de cima a baixo – Uh. Que sexy. Isso é tudo para mim?
- Vai pentear macacos! – disse a Cristin provocando-o
Antes que começasse a guerra eu intervim.
- Agora não. Vamos já descer Georg. – e empurrei-o para fora do quarto
- Cristin, agora tenho uma pergunta para te fazer. Tu e o Gustav andam enrolados?
Perguntei isto de uma maneira tão brusca que ela até se assustou.
- Não, porque pensas isso?
- Obvio.
- Não, nada disso. Ele está a ensinar-me a tocar bateria!! E diz que até tenho jeito.
Ri-me. Estava à espera de uma resposta com outro conteúdo mas fiquei satisfeita com aquela.
Descemos e eles já estavam todos preparados para sair.
Entrámos numa carrinha preta já que não cabíamos todos no Cadillac do Tom e seguimos viagem.
Durante o jantar eu e o Tom tivemos de nos manter afastados por causa das pessoas que estavam no restaurante mas mesmo assim, por debaixo da mesa as suas pernas enroscavam-se nas minhas.
Acabamos de jantar e fomos a pé para uma discoteca ali perto. Íamos muito bem a andar quando eu olho para trás e vejo-o ali à descarada. Era ele outra vez.
Começo a correr feita louca e ele também, tentando escapar-se. Enquanto isto os outros observavam a cena meios confusos.
Estava quase a apanhá-lo quando um tacão do meu sapato se parte e eu caio redonda no chão.
- Raquel! – grita o Tom correndo em direcção a mim seguindo-se dos outros – Estás bem? Quem era ele?
- Não sei, mas vou descobrir. – digo enquanto me levanto a muito custo – Opa, acho que torci o pé. Scheisse! Bem, vão à disco que eu vou para casa.
- Não, nem penses! Nós queremos passar esta noite contigo e com a Cristin. Vamos todos para casa! – disse o Bill
E fomos. De certa maneira senti-me mal por eles não se terem ido divertir mas prontos.
Falámos e falámos toda a noite até não podermos mais. Fizemos uma mini-festa em que o Bill me obrigou a dançar com ele porque mais ninguém queria e lá tive eu de ir dançar ao pé coxinho. Só mesmo ele.

Continua…
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Sonhos Reais. [26º capítulo]

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